Batalhão ucraniano a Zelensky: “somos enviados à morte e nos recusamos a seguir combatendo”

A declaração a Zelensky, presidente e comandante das Forças Ucranianas  foi gravada em vídeo pelo 3º Batalhão da 115ª Brigada das Forças Armadas da Ucrânia “Estamos sendo enviados para a morte certa, não há respeito pelas pessoas”, afirmou o pelotão do 3º Batalhão da 115ª Brigada das Forças Armadas em apelo feito, através de um […] O post Batalhão ucraniano a Zelensky: “somos enviados à morte e nos recusamos a seguir combatendo” apareceu primeiro em Hora do Povo.

Batalhão ucraniano a Zelensky: “somos enviados à morte e nos recusamos a seguir combatendo”

A declaração a Zelensky, presidente e comandante das Forças Ucranianas  foi gravada em vídeo pelo 3º Batalhão da 115ª Brigada das Forças Armadas da Ucrânia

“Estamos sendo enviados para a morte certa, não há respeito pelas pessoas”, afirmou o pelotão do 3º Batalhão da 115ª Brigada das Forças Armadas em apelo feito, através de um vídeo, ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

O grupo gravou um vídeo se dirigindo a Zelensky e ao comandante-em-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, Valery Zaluzhny.

“Nós nos recusamos a realizar missões de combate porque não temos reforços por trás. Nenhum equipamento pesado. Estamos esperando por reforços há duas semanas, mas não há. Estamos sendo enviados para a morte certa”, disse o pelotão.

“O comando está faltando, não há tecnologia e respeito pelas pessoas. Não nos recusamos a defender a Ucrânia, mas em tais condições nos recusamos a realizar missões de combate!”, completa a mensagem.

O pelotão estava atuando perto de Severodonetsk, Lugansk, na região do Donbass, que se tornou epicentro da guerra na Ucrânia depois do recuo estratégico realizado pela Rússia na região de Kiev. O registro do vídeo na internet é do dia 15 de maio.

As regiões de Lugansk e Donetsk, que ficam no Donbass, reivindicavam maior autonomia, ainda como parte da Ucrânia, desde 2014. Naquele ano, o presidente legitimamente eleito foi derrubado por um golpe de estado. Há oito anos, grupos neonazistas atuam em Lugansk e Donetsk para perseguir e matar lideranças e civis em geral. Quando a luta pela autonomia, com apoio russo, se acirrou milhares de cidadãos das duas repúblicas foram tomados como reféns como ocorreu na recém liberada Mariupol.

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