EDITORIAL: Reajuste e Greve em 2022

  RECEITA-federal.jpg Caso não seja revogado, tudo indica que acabará em greves o ajuste salarial concedido apenas para policiais federais, que vão dispor do benefício em 2022, que deixou à margem outras categorias, que, agora, com pedras nas mãos, reagem com força, ameaçando o país com greves iguais às que assustaram o governo Dilma Rousseff em 2012. Sabe-se que na Receita Federal, há poucos dias, auditores fiscais e membros do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) entregaram os cargos em protesto contra o ajuste que os discrimina e a que o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sindifisco) prometeu não dar trégua. Também servidores do Banco Central já vieram a público repudiar a concessão equivocada do benefício que gerou uma violenta bola de neve de protestos, agitando e irritando categorias que se julgam com o mesmo direito ao reajuste aprovado pelo Congresso Nacional na semana passada. Na quinta-feira (23) coube ao Fonocate (Fórum Nacional das Carreiras de Estado) elevar a onda de insatisfação ao afirmar que muitas categorias planejavam se mobilizar em defesa do tal reajuste a partir de janeiro do próximo ano. Segundo Rudinei Marques, presidente do Fonocate, o movimento era tímido, mas agora, com o privilégio contemplando somente policiais federais, ele se fortaleceu e certamente ganhará as ruas no ano eleitoral de 2022. Rudney assegura que o cenário está armado para deflagração da maior greve do serviço público em todos os tempos, podendo superar a de 2012. E ninguém pode duvidar que isso não venha a ocorrer porque até os membros do Poder Judiciário estão pedindo aumento salarial. A indignação não tem limites.Leia mais:CONTEXTO: Receita em crise, Fundo robusto e maisO que o aumento do COTÃO muda na sua vida?EDITORIAL: O Natal chegou!

EDITORIAL: Reajuste e Greve em 2022
  RECEITA-federal.jpg Caso não seja revogado, tudo indica que acabará em greves o ajuste salarial concedido apenas para policiais federais, que vão dispor do benefício em 2022, que deixou à margem outras categorias, que, agora, com pedras nas mãos, reagem com força, ameaçando o país com greves iguais às que assustaram o governo Dilma Rousseff em 2012. Sabe-se que na Receita Federal, há poucos dias, auditores fiscais e membros do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) entregaram os cargos em protesto contra o ajuste que os discrimina e a que o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sindifisco) prometeu não dar trégua. Também servidores do Banco Central já vieram a público repudiar a concessão equivocada do benefício que gerou uma violenta bola de neve de protestos, agitando e irritando categorias que se julgam com o mesmo direito ao reajuste aprovado pelo Congresso Nacional na semana passada. Na quinta-feira (23) coube ao Fonocate (Fórum Nacional das Carreiras de Estado) elevar a onda de insatisfação ao afirmar que muitas categorias planejavam se mobilizar em defesa do tal reajuste a partir de janeiro do próximo ano. Segundo Rudinei Marques, presidente do Fonocate, o movimento era tímido, mas agora, com o privilégio contemplando somente policiais federais, ele se fortaleceu e certamente ganhará as ruas no ano eleitoral de 2022. Rudney assegura que o cenário está armado para deflagração da maior greve do serviço público em todos os tempos, podendo superar a de 2012. E ninguém pode duvidar que isso não venha a ocorrer porque até os membros do Poder Judiciário estão pedindo aumento salarial. A indignação não tem limites.Leia mais:CONTEXTO: Receita em crise, Fundo robusto e maisO que o aumento do COTÃO muda na sua vida?EDITORIAL: O Natal chegou!