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Repressão cega dezenas no Chile; Trump liga para apoiar

01 Novembro 2019

Na , com vídeos, “Dezenas são cegados em violenta repressão de protestos no Chile”. Tentando não limitar a conta aos cerca de 20 mortos desde o dia 18, os

enviados somaram mais de 140 com ferimentos nos olhos e pelo menos 26 com perda de um deles.

Os dados, do hospital oftalmológico de Santiago, “ultrapassam em muito os ferimentos semelhantes nos recentes protestos em Hong Kong”.

Mas o chileno destacou que o general Ricardo Martínez, comandante do Exército, enviou mensagem se dizendo “muito orgulhoso dos camaradas em armas” no estado de emergência. “Não fez referência direta a nenhuma morte”, anotou o jornal.

Também na quinta, por , e outros, Donald Trump telefonou ao colega Sebastián Piñera para apoiar as ações visando “restaurar a ordem nacional” e mencionar supostos “esforços estrangeiros de minar as instituições chilenas”.

Foi depois de , presidenciável em ascensão na corrida democrata, tuitar com vídeos da Al Jazeera que no país “um presidente bilionário força a austeridade enquanto os militares reprimem os manifestantes. Sabendo da história do Chile, isso é muito perigoso”.

REFORMA DA REFORMA

No Peru, onde o presidente dissolveu o Congresso, o governo agora corre na direção oposta. No site do , “em meio aos protestos contra as reformas do mercado e a injustiça social que balançaram o vizinho Chile, anunciou pacote que inclui sistema de saúde melhor e salário mínimo maior”, além de “avaliar aumento nas pensões”.

No próprio Chile, em chamada do , “Ministra manifesta vontade do governo de revisar a reforma da previdência”.

PAULO GUEDES PÓS-CHILE

Também a fez longa análise-reportagem da “mudança na maré da América Latina, contra a agenda pró-mercado”.

Como “Paulo Guedes é um devoto do Chile”, os protestos seriam “de especial interesse para o Brasil”. Alerta que, após ele ter “fracassado na tentativa de introduzir uma previdência baseada no modelo chileno de poupança privada”, também “o resto de sua agenda, inclusive desregulação trabalhista e privatização, pode sofrer resistência”.

PORTA ABERTA NA AMAZÔNIA

Em extensa entrevista ao italiano , o cardeal d. Cláudio Hummes avaliou que o Sínodo da Amazônia "abriu a porta" e "agora começa um novo momento" na região. Ele ironizou as críticas conservadoras à suposta "idolatria" indígena no encontro, dizendo que "quem as fez sabe mentir".

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