Atriz de ‘Teen Wolf’ é barrada no aeroporto de Guarulhos

Reprodução/MTVHolland Roden em cena da série "Teen Wolf"

A atriz Holland Roden, conhecida por interpretar Lydia Martin no seriado “Teen Wolf”, da MTV, foi barrada na imigração brasileira ao chegar

ao aeroporto de Guarulhos nesta sexta-feira (17).

Holland veio ao Brasil para um encontro com fãs no evento da 4U Experience BR neste sábado (18). Segundo relatos, ela foi barrada por volta das 14h e permaneceu assim até a manhã deste sábado.

Uma representante da empresa que organizou o evento disse que, segundo a Polícia Federal, a atriz tentou passar o visto que permite a entrada no país do passaporte antigo para o atual. A prática seria considerada ilegal no Brasil e, por isso, ela não pôde entrar.

“Nossa equipe ficou aqui a noite toda, tentando resolver isso, porque existe um recurso chamado visto condicional, em que ela poderia ser liberada para fazer o evento. Porém, dependeria dela e do consulado americano dar o start nisso tudo para ela ser liberada aqui, não dependeria mais da nossa equipe”, informou a representante no Instagram.

Segundo ela, o time da empresa contatou diversos ministérios e advogados para tentar resolver o problema. A atriz foi liberada por volta das 14h e conseguiu ir ao evento.

pic.twitter.com/WiEBedZEYL

— 4U Experience (@4uexpbr) May 18, 2019

No Instagram, a atriz lamentou o ocorrido. “Depois de dois anos viajando para o Brasil com este passaporte e este visto sem problemas, para conhecer os fãs e fazer amigos, fico surpresa com as acusações e o tratamento que hoje enfrento da Polícia brasileira. Estou chocada que este é o mesmo Brasil que eu conheço e amo”, disse Holland.

“Por favor, estimule o seu país a ter um tratamento razoável com as pessoas que entram no país com identificação válida. […] Desta vez não é diferente de qualquer outra vez que eu vim aqui: duas vezes nos últimos dois anos”, completou a atriz. Ela acrescentou que alguns fãs a reconheceram no aeroporto e acredita que eles espalharam a notícia ao vê-la “detida, sem respostas, gritando [com ela], recusada a ter um tradutor, comida ou água durante quatro horas”. Ela agradeceu à “única funcionária sozinha” de uma empresa aérea que estava fazendo seu trabalho.

*Com Estadão Conteúdo

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