Escola libera alunos 2 horas mais cedo no AP devido calor causado por quedas constantes de energia


Problema atinge mais de 10 turmas na escola Caetano Tomaz. CEA diz que vai analisar problemas a partir de segunda-feira (26). Alunos saem duas horas antes do horário normal
de aula devido a queda de energia na Fazendinha, em Macapá Caio Coutinho/G1 A Escola Municipal Caetano Dias Tomaz tem tido quedas constantes de energia neste mês de agosto. Devido ao problema, as centrais de ar param de funcionar e os alunos enfrentam o calor. Por isso, as aulas encerram duas horas antes do previsto. A instituição fica na Fazendinha, distrito a sete quilômetros da sede de Macapá. De acordo com pais e professores, o fornecimento de energia não é bom na região há quase 10 anos, mas se agravou há cerca de uma semana. Por determinação da escola, os alunos são liberados às 15h30, quando era para saírem somente às 17h30. A Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) informou, em nota, que a prefeitura solicitou vistoria na rede elétrica da escola. O serviço foi agendado para a próxima semana. A empresa ressalta que a normalização depende do resultado da vistoria e providências que serão tomadas a seguir. Eliana Oliveira e a filha dela, a estudante Juliana, de 6 anos, que sai mais cedo devido o calor Caio Coutinho/G1 Eliana Oliveira, de 40 anos, mãe da estudante Juliana, de 6 anos, diz que o problema é antigo e compromete o ensino das crianças, tornando as atividades quase improdutivas devido ao tempo reduzido de aulas. Ela detalha que há pais que não deixam mais os filhos irem até a escola, e que o trabalho dos funcionários da instituição também é afetado. “Esse prolema da queda de luz na escola já existe há quase 10 anos. E poucas crianças estão passando por essa dificuldade diariamente, na verdade, porque a maioria dos pais já não manda mais as crianças, devido ao calor. Fica muito quente e é impossível até trabalhar assim”, comentou Eliana. Professora Rosicleide fala que é difícil passar o conteúdo para as crianças Caio Coutinho/G1 Funcionária da escola, a professora Rosicleide Guedes, de 38 anos, descreve que o problema afeta as mais de 10 turmas de ensino fundamental que funciona no turno da tarde. Ela ressalta que o prejuízo para os professores é de não conseguir trabalhar da melhor maneira, e para os alunos, de conseguir ter um melhor aprendizado. “Essa campa que acabou de tocar já é a da saída, sim, é mais cedo, por conta do horário reduzido. Os alunos têm apenas duas horas e meia de aula. Cerca de 10 turmas estão sendo prejudicadas por isso, no horário da tarde. É muito difícil trabalhar os assuntos”, reclama a professora. Para ler mais notícias do estado, acesse oG1 Amapá.

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