Justiça absolve cunhado de Ana Hickmann acusado de homicídio

Ana Hickmann foi vítima de um atentado promovido por um fã em 2016 (Veja São Paulo/Divulgação)

Cunhado de Ana Hickmann, Gustavo Corrêa foi julgado na tarde desta terça-feira (10)

pela morte de Rodrigo Augusto de Pádua, que se dizia fã da apresentadora e invadiu seu quarto de hotel em Belo Horizonte, em 2016. A informação foi confirmada pelo advogado de Corrêa, o criminalista Fernando José da Costa. Pela decisão, assinada por três desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, ele agiu em legítima defesa.

Pádua, que era de Juiz de Fora, estava hospedado no Hotel Caesar Business, o mesmo onde estava Ana Hickmann, no dia 21 de maio de 2016. Segundo o boletim de ocorrência, ele rendeu Corrêa e o obrigou a ir até o quarto da apresentaro. Lá, também se encontrava a então mulher de Corrêa, Giovana, que trabalhava como assessora da apresentadora e foi baleada.

Ana chegou a desmaiar quando Giovana caiu ferida em seus braços. Corrêa começou uma luta corporal com Rodrigo, que acabou morto com três tiros. As duas mulheres haviam saído do quarto enquanto Corrêa tentava render Rodrigo e foram socorridas pelo cabeleireiro que acompanhava a artista.

A apresentadora postou uma foto do comemorando a decisão da Justiça. No texto, ela também agradeceu os trabalhos do advogado do seu cunhado.

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Corrêa foi denunciado por homicídio doloso, quando há intenção de matar. O argumento da acusação é que houve excesso de legítima defesa porque Rodrigo foi morto com três tiros na nuca.  

Na primeira instância da Justiça mineira, Corrêa foi absolvido pelo juíza Âmalin Aziz Sant´Ana.

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