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No AC, servidores da Saúde deflagram greve por tempo indeterminado e ato acaba em confusão

10 Setembro 2019

Trabalhadores se reuniram frente à Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), em Rio Branco. Servidores da Saúde deflagraram greve por tempo indeterminado no AcreAcinete Gadelha/G1 Os servidores da Saúde do
Acre deflagraram greve por tempo indeterminado e paralisaram as atividades na manhã desta terça-feira (10). Os trabalhadores se reuniram frente à Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), na Rua Benjamin Constant, em Rio Branco, . De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sinteac), Adailton Cruz, a categoria pede condições de trabalho e no quadro de servidores. "Não temos condições se atender a população, há um déficit de 5 mil trabalhadores, de 1,5 mil leitos, 12 mil cirurgias represadas. Hospitais lotados, sem leito, sem TFD, e sem regulação", disse Cruz sobre os problemas enfrentados. Ao G1, a porta voz do governo, Mirla Miranda, falou que o governo vai se pronunciar sobre a greve ainda nesta terça. Servidores se dirigiram para a Aleac, também no Centro de Rio Branco Alcinete Gadelha/G1 Os servidores em greve se reuniram frente à Sesacre e depois saíram em caminhada e pararam em frente à Casa Civil, onde fizeram discursos e retornaram em caminhada para a sede Secretaria de Saúde. O trânsito chegou a ficar complicado na região do Centro da cidade, onde a manifestação ocorre. Cruz disse ainda que na conjuntura atual, não há condições de atender a população. "Nossa regulação do Plano de Cargos e Carreiras (PCCR) que não foi feito, Pró-Saúde não foi regulamentado. São nove meses e acabou o consenso. Que o governo reveja seus conceitos e traga os devidos benefícios à saúde", complementou Cruz. O sindicalista falou ainda que a categoria não tem condições de atender a população do jeito que a situação está. Servidores ficaram dentro do saguão da Sesacre Alcinete Gadelha/G1 Confusão Irritados por não conseguirem falar com a Secretária de Saúde, Mônica Kanaan, os trabalhadores entraram no saguão da secretaria e chegaram a subir as escadas. Os servidores cantaram o Hino Nacional como forma de protesto. Policiais Militares que acompanham o ato conseguiram acalmar os ânimos. Os servidores agora se dirigem para a Assembleia Legislativa do estado do Acre (Aleac). O deputado Jenilson Leite, que acompanha o ato, disse que o subsecretário de Saúde, Jorge Rezende, o agrediu verbalmente, dizendo que a secretaria não ia receber mais vagabundos porque o governo já tentou conversar nesta segunda (9) e não conseguiu fechar um acordo. “Eu pedi para ele baixar a mão os grevistas seguraram ele e me puxaram para o outro lado. É uma falta de respeito o que ele fez, ele estava querendo amedrontar as pessoas, fomos impedidos de entrar, como uma pessoa desse tipo está nesse cargo”, afirmou. O G1 tentou contato com o subsecretário, mas não conseguiu até a publicação desta reportagem. A assessoria de comunicação do governo informou que o gestor teria ido para a delegacia fazer um Boletim de Ocorrência, pois também alega que foi agredido. Trabalhadores tentaram subir para falar com a secretária e foram impedidos Alcinete Gadelha/G1
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