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Grevistas da Saúde ocupam PS durante paralisação e fecham rua no Centro de Rio Branco

11 Setembro 2019

Servidores se concentraram na recepção do hospital cantando o hino nacional e gritando palavras de ordem. Categoria deflagrou greve nesta terça-feira (10). Trabalhadores de saúde ocupam Pronto Socorro durante
paralisação em Rio Branco Os trabalhadores da Saúde ocuparam o prédio do Pronto Socorro de Rio Branco, nesta quarta-feira (11), no segundo dia de greve. Com faixas, os servidores se concentraram na recepção do hospital e cantavam o hino nacional e gritavam palavras de ordem. Dentre as reivindicações, a categoria pede melhores condições de trabalho e maior efetivo no quadro de servidores. Após saírem de dentro do hospital, os servidores fecharam a Rua Marechal Deodoro por cerca de 20 minutos. Em seguida, caminharam até a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), onde confirmaram uma reunião com o governo na tarde desta quarta e se dispersaram. Os atendimentos foram reduzidos em 40% e apenas as urgências e emergências estão sendo atendidas, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sinteac). Trabalhadores de saúde ocupam Pronto Socorro durante paralisação em Rio Branco Reprodução/Rede Amazônica Acre A diretoria do Pronto Socorro garantiu que as cirurgias continuam ocorrendo normalmente. O atendimento de ambulatório, serviço de triagem, que são as maiores demandas, não estão sendo realizados. Por meio de nota, o governo do Acre disse que "O governador Gladson Cameli tem se pautado pelos diálogos constantes e a valorização dos servidores públicos, inclusive pagando dívidas com o funcionalismo público herdadas da gestão anterior, sempre se colocando à disposição para uma relação de respeito e compromisso contínuo entre a administração estadual e as categorias profissionais. A nota diz ainda que o "Governo do Estado do Acre continuará trabalhando para cumprir o propósito de alcançar melhorias para população na saúde pública, garantindo dignidade, respeito e compromisso com a sociedade acreana". Grevistas invadiram secretaria e deputado bateu boca com subsecretário da Saúde do Acre Alcinete Gadelha/G1 Confusão entre deputado e subsecretário Uma confusão entre o deputado estadual Jenilson Leite e o subsecretário da Saúde, Jorge Rezende, precisou ser separada por policiais militares. O impasse ocorreu na manhã de terça (10), dentro do prédio da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), em Rio Branco, durante a manifestação de servidores, que deflagraram greve nesta terça. A confusão começou quando o deputado tentava intermediar uma conversa entre os grevistas, que invadiram o saguão da secretaria, e o subsecretário. Araújo afirmou que quando foi falar com o gestor ele teria dito que não iria receber “vagabundos”. Em nota, o Governo do Estado do Acre disse "repudiar ampla, geral e irrestritamente a inclusão de movimento político-partidário nas supostas manifestações do Sindicato dos Servidores da Saúde (Sintesac), na manhã desta terça-feira, 10, durante a qual ações oportunistas destoam do movimento legítimo proposto pelos representantes de classes". Servidores do Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul, também aderiram à greve Adriano Francelino/Arquivo Pessoal Greve no interior O presidente do Sinteac, Adailton Cruz, confirmou a greve em pelo menos outros sete municípios do estado: Brasileia, Cruzeiro do Sul e Tarauacá, Xapuri, Assis Brasil, Mâncio Lima e Rodrigues Alves. Em alguns dos hospitais apenas os serviços de urgência e emergência estão funcionando. Cruz afirmou que a greve vai continuar e que se estende em todas as unidades hospitalares do interior. “As unidades estão hoje com 40%, 50% do contingente. De Assis Brasil a Cruzeiro do Sul e aqui em Rio Branco a concentração hoje foi em frente do prédio da Sesacre, mas amanhã, ainda vamos deliberar onde vai ser, porque a greve continua”. O representante dos servidores da Saúde em Cruzeiro do Sul, Venilson Albuquerque, disse que apenas 40% dos serviços estão funcionando no município. “Estamos em greve na Maternidade, Hospital da Mulher e da Criança, Samu e Hemonúcleo. Apenas os serviços de urgência e emergência estão funcionando. Os demais serviços estão parados até que o governo cumpra com o que foi prometido na negociação e se sensibilize com a situação da categoria”, disse.
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