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Servidores fazem ato no 3º dia de greve dos Correios; agências no AC têm funcionamento normal

13 Setembro 2019

Tribunal Superior do Trabalho (TST) propôs, nesta quinta-feira (12), a suspensão da greve até 2 de outubro. Greve dos Correios no Acre foi definida na noite desta terça-feira (10)
e está no terceiro dia de paralisação Gilberto Sampaio/Rede Amazônica Acre A greve dos Correios chega ao 3º dia nesta sexta-feira (13) e segue com 50% dos carteiros e funcionários com as atividades paralisadas em Rio Branco. O grupo fez um ato público, em frente à sede da empresa, na Avenida Epaminondas Jácome, no início da manhã e seguiu para o sindicato, onde fez uma assembleia. A categoria reivindica melhorias salariais, manutenção do acordo coletivo e não à privatização da empresa. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) propôs, nesta quinta-feira (12), a suspensão da greve até o dia 2 de outubro, mas a assembleia na região junto aos servidores para votar a proposta ocorre na próxima terça-feira (17). A greve está mantida, segundo sindicato da categoria. A presidente do Sindicato dos Correios e Telégrafos do Acre (Sintect-AC), Suzy Cristiny, disse que foi feita uma assembleia após a audiência de conciliação do TST para discutir a proposta feita pelo Tribunal de suspensão da greve. "Nessa audiência foi feita a proposta pelo Tribunal de suspensão da greve. Só que nós, enquanto trabalhadores, não queremos que seja julgado. Queremos que a empresa venha negociar", disse. A sindicalista falou que as agências estão funcionando normalmente, somente a distribuição está com as atividades funcionando com 50% dos servidores. Além disso, ela informou que o jurídico, junto com a categoria estão analisando se suspendem o movimento. Segundo o sindicato, o acordo coletivo venceu no dia 31 de agosto e não conseguiu outro acordo com a empresa, mesmo com a mediação do TST. Em nota, a empresa informou que vem trabalhando em um acordo coletivo de trabalho de acordo com a situação econômica atual e ajuizou uma ação para tentar resolver o conflito. A medida foi tomada após orientação do TST. A condição da empresa é o encerramento da paralisação parcial, integralmente, em todo Brasil. "Desta forma, os Correios aceitaram a proposta de manter as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho 2018/2019, bem como a vigência do plano de saúde, conforme prorrogação ocorrida em 31 de julho, até o dia 2 de outubro, data do julgamento do dissídio coletivo pelo colegiado do TST", informou.
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