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Policiais Civis paralisam atividades, pedem melhorias nas unidades e pagamento do retroativo no AC

23 Setembro 2019

Categoria paralisou as atividades na manhã desta segunda-feira (23) em alguns município do Acre, segundo o sindicato. Delegacias estão atendendo apenas ocorrências graves. Policiais se reuniram em frente a
Casa Civil, em Rio Branco, durante paralisação Alcinete Gadelha/G1 Os policiais Civis do Acre fizeram um ato, na manhã desta segunda-feira (23), em frente à Casa Civil, em Rio Branco. A categoria pede melhorias nas unidades, pagamento do retroativo das promoções e titulações da verba rescisória dos policiais. No interior, o ato ocorreu em frente às delegacias e o atendimento foi reduzido apenas para ocorrências urgentes. A paralisação tem como objetivo chamar a atenção do governo, segundo informou o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Acre (Sinpol/AC), Tibério César da Costa. O movimento acabou por volta das 11h (horário do Acre). A direção do Sindicato foi recebida por uma equipe do governo. Após a reunião, o secretário de Relações Políticas Institucionais, Alysson Bestene, disse que diante das propostas do sindicato, as reivindicações só podem entrar na previsão orçamentária do próximo ano. "A gente pode, a partir de 15 de novembro até janeiro, ter esse cronograma para trabalhar essas verbas retroativas. Nós vamos ter outra rodada de conversa de negociação que deve acontecer na próxima quarta [25], com a presença do governador Gladson Cameli", garantiu. O presidente do Sinpol disse que governo, na visão do sindicato, vem postergando as reinvindicações da categoria, e que chegou um momento no qual os policiais não aguentam mais e querem uma resposta definitiva. "As unidades estão funcionando sem as mínimas condições básicas para o funcionamento adequado. Isso acarreta um prejuízo na prestação de serviço a população. Da mesma forma, estamos brigando por um incremento no banco de horas dos policiais Civis que diuturnamente estão trabalhando além da sua carga horária", disse. De acordo com o presidente do sindicato, caso até a próxima reunião, a categoria segue com a Operação Cumpra-se a Lei e vão fazer, nas unidades, apenas o que a lei determina.
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