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Indígena grávida baleada em tiroteio no AC deve passar por nova cirurgia, diz família

27 Setembro 2019

Alcilene Jaminawa recebeu alta do Pronto-Socorro de Rio Branco e aguarda procedimento na Casai. Indígenas foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Arquivo pessoal A
adolescente Alcilene Correia Jaminawa, de 15 anos, baleada em um tiroteio entre facções em Sena Madureira, interior do Acre, no último dia 14, recebeu alta do Pronto-Socorro de Rio Branco. Porém, familiares confirmaram que a indígena aguarda uma nova cirurgia para retirar alguns estilhaços do fígado. Além da adolescente, a irmã dela, de apenas 10 meses, também foi atingida por estilhaços. As irmãs brincavam no quintal de casa quando foram baleadas, no bairro Pista. Em conversa com o G1, no último dia 19, a indígena disse que só pensou em salvar a irmã. A adolescente está grávida de três meses, mas o bebê não foi atingido. Ela recebeu alta do hospital nesta segunda-feira (23), segundo familiares. Ao G1, a família confirmou que a adolescente está instalada na Casa do Índio (Casai), na capital acreana. Apesar de ter saído do hospital, os familiares afirmaram que a menor não consegue comer direito e quando come vomita bastante. A menor aguarda ser chamada para uma nova cirurgia para retirar um estilhaço do fígado. Porém, a família não soube dizer quando deve ser feito o procedimento. A família acrescentou que o bebê da indígena está bem. A irmã de Alcilene, a bebê de dez meses, também ficou ferida no tiroteio e está instalada na Casai e aguarda um procedimento para retirar um estilhaço em um dos joelhos.
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