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Após denúncia, recém-nascido filho de usuária de drogas é resgatado por policiais no Acre

03 Outubro 2019

Bebê foi entregue no Educandário Santa Margarida, nesta quarta-feira (3). Segundo a polícia, mãe da criança acionou a guarnição dizendo que filho tinha sido sequestrado. Bebê foi entregue no
Educandário Santa Margarida, nesta quarta-feira (3), em Rio BrancoQuelyson Souza/Arquivo pessoal Após uma denúncia de suposto sequestro, a Polícia Militar do Acre (PM-AC) resgatou um bebê recém-nascido, nesta quarta-feira (2), em uma casa no bairro Papoco, em Rio Branco. Conforme a polícia, o bebê tinha sido deixado pela mãe, que é usuária de drogas e moradora de rua, aos cuidados de uma mulher e acionou a polícia afirmando que a mulher se recusava a entregar seu filho. A comandante do 1º Batalhão da PM-AC, major Jokebed Lima, informou que a mulher que estava cuidando do bebê relatou que não entregou a criança porque a mãe iria levá-la para a rua, para pedir dinheiro e usar drogas. “Uma usuária de drogas teve um filho, aparentemente deu a criança de forma pacífica para um morador do bairro Papoco. E, de acordo com as informações que a guarnição recebeu da pessoa que detinha a guarda da criança, mesmo que informal, era de que a usuária de drogas pretendia pegar a criança e levar para a rua para conseguir dinheiro para usar drogas. Diante dessa situação, a guarnição não podia entregar a criança para a mãe e resolveu levar para o abrigo”, afirmou a major. Ainda segundo a comandante, o caso também foi levado para o conhecimento da Polícia Civil para que investigue. A ação da polícia foi acompanhada pelo Conselho Tutelar e o menino foi levado para o Educandário Santa Margarida, em Rio Branco. O coordenador do educandário, Nilton Cosson, afirmou que a criança chegou ao abrigo sem nome e sem nenhuma documentação. O G1 entrou em contato com o Conselho Tutelar, mas até a publicação desta reportagem não obteve resposta. “Agora vamos entrar com nosso trabalho de levantamento, que é procurar nome, se foi registrado, quem é a família, fazer entrevistas e, por fim, comunicar para o juizado e para o Ministério Público a situação dessa criança”, afirmou o coordenador.
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