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Em requerimento, governo do Acre pede empréstimo de R$ 268 milhões à Aleac

10 Outubro 2019

Pedido foi discutido em sessão da Aleac nesta quarta-feira (9), em Rio Branco. Oposição diz que investimentos com recursos precisam ser mais claros. Governo do Acre pede empréstimo
de R$ 268 milhões à Aleac A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) retomou as discussões, nesta quarta-feira (9), sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e os vetos do governo a projetos do Legislativo. Outro ponto também discutido na sessão foi o pedido de aprovação de um empréstimo de R$ 268 milhões feito pelo governador Gladson Cameli à Aleac. No último dia 18, deputados estaduais derrubaram, por unanimidade, vetos governamentais a oito projetos do Legislativo, incluindo um veto parcial sobre a LDO para o exercício de 2020. No dia seguinte, o governo divulgou uma lista com o nome de mais de 300 servidores comissionados exonerados. O governo confirmou, por meio de nota, que as exonerações foram devido aos vetos. Como estratégia para acalmar os ânimos na Casa, o governo nomeou um novo presidente na Aleac. Todos os servidores exonerados também retornaram para os cargos. Pedido foi discutido em sessão da Aleac nesta quarta-feira (9), em Rio Branco Reprodução/Rede Amazônica Acre Nesta quarta, o governo enviou para a Casa um requerimento pedindo que a LDO, que já foi aprovada, seja discutida novamente e que alguns pontos sejam alterados. A oposição é contra. “Agora o governo, de maneira extemporânea, quer trazer novamente esse debate a Assembleia. Não cabe, não vamos aceitar e iremos a judicialização se for o caso”, afirmou o deputado estadual Jenilson Leite. Já o líder do governo, deputado Gehlen Diniz, diz que não é bem assim. Segundo ele, a LDO pode ser alterada. “A LDO não está voltando para Casa. Foi aprovada, porém, vamos fazer correção em alguns artigos, que são poucos. Então, isso é normal, uma lei é alterada por outra lei. Constantemente isso acontece no parlamento”, defendeu. Para a oposição, o requerimento precisa deixar mais claro onde vai ser investido o dinheiro solicitado. O deputado Edvaldo Magalhães questionou o recurso. “Sou a favor de investimento público para aquecer a economia, precisa só de transparência para isso. Vai ser investido nisso, naquele programa, às claras, sem subterfúgios”, frisou.
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