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Agricultor é preso suspeito de estuprar e agredir adolescente com problema mental no AC: 'gritava por horas'

10 Outubro 2019

Vítima tem 14 anos e morava perto do suspeito, na zona rural de Acrelândia. Homem confessou que mantinha relações sexuais e dava bebidas para a vítima. Adolescente foi
encaminhada para o Hosmac para acompanhamento médico Reprodução/Rede Amazônica Acre Um agricultor, de 58 anos, foi preso pela Polícia Civil da cidade de Acrelândia, interior do Acre, suspeito de abusar sexualmente de uma adolescente, de 14 anos, com problema mental. O crime ocorreu no Ramal Linha Sete, zona rural do município, e o homem foi preso nesta quinta-feira (10). A menina foi ouvida pela polícia e confirmou os abusos. O homem está preso na delegacia da cidade e deve responder por estupro com agressão. A polícia pediu exames de conjunção carnal para confirmar o estupro e encaminhou a menor para acompanhamento no Hospital de Saúde Mental do Acre (Hosmac), em Rio Branco. Vizinhos ouviram vítima gritar Ao G1, o delegado Carlos Bayma, responsável pelas investigações, contou que vizinhos relataram o crime ao Conselho Tutelar da cidade. O relato foi feito no último dia 7, e a polícia passou a apurar a denúncia. “Os vizinhos disseram que ela gritava por muitas horas. Pegava ela à força muitas das vezes. Uma pessoa falou pro Conselho, que ouviu ela gritar. Montamos uma equipe e fomos hoje às três da madrugada para lá”, confirmou. Confissão Ainda segundo Bayma, o suspeito confessou que mantinha relações sexuais com a vítima. Em alguns dos casos, ela afirmou que até dava bebida alcoólica para a menina. “Confessou que teve relações com ela, que ela é deficiente mental, mas mesmo assim continuou mantendo relações. Não queria confessar, mas confessou. Disse que fez sexo com ela várias vezes, deu cerveja para ela”, acrescentou. O delegado relatou ainda que os pais da menina também são deficientes mentais. Os abusos teriam iniciado há mais de um mês. “Ele levou a menor para a casa dele, que fica a menos de 100 metros [de onde a menina morava]. Não fechamos as investigações, falta ouvir os vizinhos que reclamaram para o Conselho Tutelar. Estou esperando o resultado do exame de conjunção carnal”, concluiu.
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