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No AC, ex-candidato a prefeito sofre tentativa de homicídio ao ser atropelado e arrastado por 200 m

20 Mai 2019

Carlos Gomes disse que suspeito bateu em sua moto e, como ele não quis fazer acordo, o homem tentou fugir e acabou o atropelando e arrastando pelo Centro de
Rio Branco. Depois de atropelar e arrastar Gomes, motorista bateu em outros dois veículos, abandonou o carro e fugiu em Rio Branco Arquivo pessoal O ex-candidato à prefeitura de Rio Branco e advogado, Carlos Gomes, levou um susto na noite de sexta-feira (17) quando retornava para casa, na Avenida Brasil, no Centro de Rio Branco. Ele afirma que foi vítima de uma tentativa de homicídio ao ser atropelado e arrastado por cerca de 200 metros. Gomes relatou que estava parado no semáforo quando um carro bateu em sua motocicleta e ele caiu no chão. Nervoso, o motorista do veículo desceu, perguntou se ele estava bem e que assumiria todas as despesas e propôs fazer um acordo informal. “Eu me recusei e falei que faria o que era o certo. Pedi o celular de uma menina para ligar. Nisso, ele entrou no carro, tentou dar ré, mas como vinha um ônibus, ele não conseguiu. Eu voltei para rua, fiquei do lado da moto e foi quando ele avançou para passar. Como eu não saí do meio, caí no capuz do carro e ele começou a acelerar. Me levou por um percurso de cerca de 200 metros. Daí, eu pulei quando chegou em um cruzamento”, lembrou. Após ser atropelado, Gomes teve alguns ligamentos do pé rompidos e está com a perna imobilizada Arquivo pessoal Depois de arrastar o advogado, o motorista ainda bateu em outros dois carros, acabou abandonando o veículo e fugiu correndo. De acordo com Gomes, o veículo foi apreendido e levado para o pátio de Detran. “Vou entrar com processo na Vara Criminal por tentativa de homicídio doloso, porque ele já tinha me atropelado, não prestou socorro, fugiu, ainda me atropelou e arrastou no capuz do carro. Vou seguir com o processo para que ele responda e a Justiça possa corrigir o que é possível. E que sirva também de exemplo para que outros criminosos, que cometem crimes no trânsito, tenham na Justiça a resposta devida”, disse Gomes. Devido o acidente, Gomes afirma que está com a perna imobilizada, porque teve alguns ligamentos do pé rompidos. “Foi a pior sensação da minha vida. Eu gritava pedindo para ele parar, para ele me deixar viver e ele só acelerava. Fora essa questão física, emocionalmente fiquei muito mal, porque eu podia ter morrido”, concluiu.
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