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Princípio de incêndio é registrado em enfermaria de presídio na capital do Acre

29 Mai 2019

De acordo com o Corpo de Bombeiros, que foi acionado para atender a ocorrência, o incêndio teria iniciado pelos próprios detentos. Princípio de incêndio foi registrado no FOC Divulgação/Iapen Um
princípio de incêndio foi registrado na ala de saúde mental do Presídio Francisco D'oliveira Conde (FOC), em Rio Branco, no começo da noite desta quarta-feira (29). A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC). E por meio de nota informou que um detento da ala de saúde mental ateou fogo em um colchão na tentativa de atingir os companheiros de cela. "Ao percebem as chamas, os agentes penitenciários de plantão realizaram a devida contenção, impedindo que o fogo se alastrasse por toda a ala e atingisse também a Unidade de Saúde, que fica no mesmo prédio", informou a nota do Iapen. Ainda de acordo com o Iapen, no local, estão recolhidos 23 presos que recebem tratamento médico/psiquiátrico. Quatro deles sofreram lesões e foram conduzidos ao Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb). De acordo com o Corpo de Bombeiros, que foi acionado para atender a ocorrência, foi realizado o procedimento padrão, mas ao chegar no local, os agentes já haviam controlado as chamas. "Os agentes penitenciários agiram rápido e controlaram as chamas. O Corpo de Bombeiros chegou e constatou lesões leves em vítimas", informou o major Cláudio Falcão, dos bombeiros. O major explicou que nestes casos é aplicado o procedimento padrão e são enviadas duas guarnições para agir rapidamente e, após avaliação, é pedido o reforço. No caso do FOC, não foi necessário reforço. Segurança reforçada A segurança em todos os presídios do Acre foi reforçada após as mortes nas unidades de Manaus (AM). O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) informou que pediu reforço de agentes penitenciários e alertou a Polícia Militar (PM-AC) no domingo (26), quando houve uma briga que deixou 15 mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). A direção do Iapen-AC não soube precisar o quantitativo certo do reforço inserido no Acre, mas confirmou que há de dois a três agentes a mais por plantões. O diretor-presidente do Iapen-AC, Lucas Gomes, falou sobre o assunto no início da semana. “Desde que soubemos do caso temos dado um reforço na segurança dos presídios, uma vez que é uma guerra entre organizações criminosas que também estão presentes no Acre”, informou.
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