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Dois meses após demolição de prédio da antiga PF, espaço é usado por flanelinhas no Acre

18 Junho 2019

Projeto usaria espaço onde funcionou o prédio da PF para arrecadar dinheiro para instituições carentes, mas isso não aconteceu. Casa Civil analisa propostas de instituições para uso de espaço.
Dois meses após demolição de prédio da antiga PF, espaço é usado por flanelinhas no Acre Alcinete Gadelha/G1 O projeto de arrecadação para instituições carentes de Rio Branco que usaria o espaço onde funcionou o antigo prédio da Polícia Federal no Acre (PF) encontrou alguns embates e está parado. O prédio foi demolido no mês de abril pelo Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura, Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre). A PF deixou de funcionar no prédio em 2013 e, desde então, o governo mantinha o local desativado. No começo de 2014, o G1 contou a história de um usuário de drogas que morava no local. O prédio, abandonado e depredado, era ponto de encontro de usuários de droga e também oferecia risco para quem passava pelo local. Local virou estacionamento, mas dinheiro não é revetido para projeto social Alcinete Gadelha/G1 Projeto No dia da demolição, o Deracre informou que o espaço seria usado como estacionamento voltado para assistência social. A ideia era do gabinete da primeira-dama Ana Paula Cameli, que pretendia doar as arrecadações para instituições carentes. Ao G1, o gabinete da primeira-dama afirmou que apresentou o projeto no setor jurídico, mas descobriu que seria necessário participar de uma licitação, já que estaria trabalhando com arrecadações financeiras. Devido à burocracia e não ser institucionalizado, o projeto foi direcionado para a Secretaria Estadual da Casa Civil, que passou a também receber requerimentos de entidades com interesse no espaço. Atualmente, o espaço é usado como estacionamento, mas está sob os cuidados de flanelinhas. Após cinco anos desativado, antigo prédio da PF é demolido no Centro de Rio Branco Jefson Dourado/Arquivo pessoal Requerimentos Sobre o espaço, a Casa Civil respondeu que faz estudos de uso do local, mas ainda não há nada definido. O projeto do gabinete da primeira-dama está incluído no estudo. Não há uma data estipulada para definir quem vai ficar com o espaço. Além disso, a Casa Civil complementou que é necessário fazer análises jurídicas, técnicas e orçamentária para se ter um posicionamento final.
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