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Polícia continua investigando desaparecimento de homem decapitado em vídeo no Acre

25 Junho 2019

Corpo ainda não foi localizado e o inquérito aguarda a conclusão de alguns laudos para que seja encerrado. Vídeo com decapitação é divulgado na internet e polícia investiga o
caso em Rio Branco Divulgação/Polícia Civil A Polícia Civil continua investigando o desaparecimento de Raimundo Lacerda do Nascimento que aparece em um vídeo sendo decapitado em Rio Branco. Desde o dia 18 maio, a polícia acompanha o caso após a divulgação das imagens nas redes sociais. De acordo com o delegado Cristiano Bastos, que comanda as investigações, o corpo ainda não foi localizado e o inquérito aguarda a conclusão de alguns laudos para que seja encerrado. "Não surgiram novidades na investigação. Somente a conversão da prisão dos suspeitos Alys e Adriana de temporária para preventiva", informou o delegado. Arlys Almeida, mais conhecido como Pepe; Emerson Saraiva, chamado de italiano e Adriana Silveira foram presos por matar homem Divulgação/Polícia Civil Ao todo, três pessoas foram presas suspeitas pelo crime e um menor apreendido. São eles: Arlys Almeida, mais conhecido como Pepe; Emerson Saraiva, chamado de italiano e Adriana Silveira. De acordo com a polícia, Nascimento foi visto pela última vez no dia 15 de maio, quando conversava por meio de áudio com uma mulher que teria atraído ele ao local onde teria sido executado. Ainda conforme informações da polícia, a família fez o boletim de ocorrência no dia 17 de maio. Além disso, logo no início das investigações, o delegado tinha informado que a vítima foi mantida em cárcere privado e em seguida torturada psicológica e física até confessar ser de uma facção criminosa rival a dos autores do crime. Na época, a divulgação do vídeo mobilizou as forças de Segurança em Rio Branco. As imagens do homem sendo degolado de forma brutal foram gravadas no Segundo Distrito de Rio Branco e acabaram viralizando. A suspeita da polícia é que o corpo da vítima tenha sido jogado no Rio Acre. As buscas realizadas pelo Corpo de Bombeiros foram suspensas após 30 horas de atividades de mergulho no Rio Acre. As buscas da polícia continuaram através das investigações.
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