-->

Em protesto contra a reforma da Previdência, policiais civis fazem paralisação no Acre

25 Junho 2019

De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Acre (Sinpol-AC), Tibério César da Costa, a categoria quer ser tratada na reforma com isonomia e ter os
mesmos direitos que os militares. Policiais civis se reuniram em ato contra a reforma da previdência Alcinete Gadelha/G1 Policiais Civis se reuniram, na manhã desta terça-feira (25) na Praça Povos da Floresta, no Centro de Rio Branco, em paralisação contra a reforma da Previdência. Nos municípios do interior, a categoria participa do ato em frente às delegacias gerais. O grupo começou a se aglomerar no local desde às 8h, embaixo de uma tenda. Com a chegada dos agentes que durou boa parte da manhã, eles estenderam uma faixa contra a reforma e fizeram discursos. Com a paralisação, o atendimento nas delegacias está reduzido, somente para emergências, como flagrantes, por exemplo. O Sinpol informou que as pessoas estão sendo orientadas a voltarem no dia seguinte. De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Acre (Sinpol-AC), Tibério César da Costa, a categoria quer ser tratada na reforma com isonomia e ter os mesmos direitos que os militares. "O projeto de emenda a constituição, em seu texto, traz prejuízos a profissão do policial civil. Tanto ao profissional, quanto à sua família porque acaba com o sistema de seguridade social. O policial não vai ter o amparo do Estado quando estiver na velhice, e isso nós não aceitamos", disse o presidente do Sinpol. Categoria acredita em prejuízos com atual texto da reforma Alcinete Gadelha/G1 Costa diz que a categoria também exerce atividade de risco, por isso pedem o tratamento isonômico. "É isso que nós vamos lutar para ter, é por isso que protestamos hoje", diz. A paralisação faz parte de uma agenda nacional convocada pela Confederação Brasileira dos Trabalhadores dos Policiais Civis, e todos os estados e DF também participam do ato. Além disso, o representante da categoria diz que o pedido ao governo federal não trata de salários, apenas regras previdênciárias que respeitem a atividade de risco que exercem. Para a agente Fernanda Valóis, a pressão feita aos parlamentares é fundamental diante de um momento decisivo para que eles possam se sensibilizar com a categoria. "A gente está justamente tentando fazer com que a reforma não nos atinja. A carreira policial tem o risco inerente a ela e não somente os militares. Na verdade, o policial seja civil, militar ou federal tem os riscos por isso exigimos essa igualdade", disse.
We use cookies to improve our website. Cookies used for the essential operation of this site have already been set. For more information visit our Cookie policy. I accept cookies from this site. Agree