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Acre deve vacinar mais de 3,3 milhões de animais na 42ª etapa de campanha contra febre aftosa

03 Julho 2019

Animais vacinados em maio, durante a 41ª etapa, devem tomar mais uma dose da vacina. Próxima etapa ocorre em novembro, quando todo rebanho será vacinado. Animais vacinados em
maio devem tomar outra dose contra a febre aftosa Marcos Vicentti/Secom Mais de 3,3 milhões de animais no Acre devem ser vacinados contra a febre aftosa durante a 42ª etapa de campanha de vacinação. Na 41ª etapa, o estado imunizou mais de 1,3 milhão de animais de zero a 24 meses de todos os municípios do estado. Na nova etapa, prevista para iniciar em 1º de novembro, vão ser vacinados todo rebanho do estado, incluindo os animais imunizados na etapa passada. Menos de 7 mil animais foram vacinados contra aftosa no interior do AC “A vacina, quando aplicada pela segunda vez, tem um efeito um pouco mais prolongado. Os animais mais novos são vacinados uma vez e seis meses depois são vacinados de novo. Todo país tem duas etapas de vacinação”, explicou o presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), Rogério Melo. Melo ressaltou que os animais que nascerem até o mês de novembro também devem ser vacinados. "O propósito da campanha de novembro é vacinar mais de 3,3 milhões, inclusive o gado que nascer nesse intervalo. Nasceu, tem que ser vacinado", confirmou. 41ª etapa Ainda segundo o presidente, na campanha entre 1º a 31 de maio, o estado alcançou a marca de 98,59% dos animais de até 24 meses vacinados. Melo relembrou que o estado acreano é reconhecido internacionalmente como um dos estados brasileiros livres da aftosa. "Recentemente foram contratados para o quadro do Idaf 18 veterinários e aproximadamente 15 técnicos agropecuários. Sem isso, não conseguiríamos a meta e isso tudo faz parte de um plano que é fazer com que o estado se torne uma zona sem vacinação", frisou. O presidente acrescentou que o Acre compõe o bloco I de um projeto elaborado em 2017 para que os estados do país se tornem uma zona sem vacinação. "Acre e Rondônia fazem parte do primeiro bloco da vacina, que é o bloco I. Estamos correndo atrás das exigências elencadas pelo ministério em 2017 e tentar garantir e fazer com que o estado tenha estruturas suficientes para garantir a qualidade do rebanho sem a vacinação", complementou.
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