Sábado, 06 Julho 2019 17:30

Juntos, 17 acusados de liderar facção criminosa no AC pegam mais de 190 anos de prisão


Acusados foram presos na Operação Xeque-Mate, deflagrada em agosto de 2018 pela Polícia Civil e MP-AC. Ação resultou na prisão de cerca de 25 pessoas em três estados. Operação
desarticulou grupo com mais de 20 líderes de facção que planejavam crimes no AcreArquivo pessoal Dezessete pessoas presas na Operação Xeque-Mate, desencadeada em agosto de 2018, foram condenadas pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC). A ação resultou na prisão de cerca de 25 líderes de uma organização criminosa. A operação foi realizada pela Polícia Civil do Acre e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do estado (MP-AC). As prisões da operação ocorreram no Acre, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Norte. Dos presos, o MP-AC destacou que ofereceu denúncia contra 23 pessoas, que pegaram de nove a 23 anos de prisão em regime inicial fechado. Ainda segundo o MP-AC, os criminosos presos em outros estados ainda não foram julgados. Operação Foram cumpridos 25 mandados de prisão e quatro de busca e apreensão nos três estados. Membros do MP-AC e da Polícia Civil explicaram que foi identificado uma espécie de tabuleiro, que reunia os mandantes dos crimes nesses estados e repassavam as ordens. No Acre, a polícia cumpriu os mandados no Complexo Prisional Francisco d’Oliveira Conde (FOC), e também nos presídios de Tarauacá e Senador Guiomard, no interior do estado – quando 22 presos foram identificados. Outra prisão foi no Rio Grande do Norte e duas no Mato Grosso do Sul. "Foi focada em uma organização que teve origem no Sudeste, mas se espalhou para todo território nacional. A partir da análise de documentos apreendidos nos presídios do Acre, conseguimos identificar a existência de uma célula dessa organização. A operação visou os líderes desse tabuleiro e conseguimos identificar não só essa célula, mas integrantes que tinham o poder de decisão para toda região Norte e outros países da América Latina”, explicou, na época, o promotor de Justiça Bernardo Albano. Ainda segundo as investigações, algumas das ordens de crimes partiam de líderes presos nos estados do Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Norte. O MP-AC disse também que os líderes tinham código penal com punições para os integrantes. “Todas as decisões relacionadas a execuções e crimes de rua passavam por essa célula. A identificação da liderança foi fundamental para que se descobrisse diversos crimes e também criminosos”, complementou Albano.
Ler 17 vezes

Atendimento ao Cliente:  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Suporte ao Cliente:  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Depto financeiro:  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Publicidade & Propaganda: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Notícias

Vídeos

Guia Comercial

Nossa Empresa

Please publish modules in offcanvas position.