Segunda, 08 Julho 2019 11:30

No AC, quatro pacientes com doença de chagas ainda não procuraram tratamento


Já são 13 casos da doença confirmados na Comunidade Triunfo, em Marechal Thaumaturgo. No interior do Acre, quatro pacientes com doença de chagas ainda não procuraram tratamento Arquivo
Vigilância em Saúde Dos seis novos casos de doença de chagas diagnosticados na última semana no município de Marechal Thaumaturgo, interior do Acre, apenas dois pacientes foram transferidos para Cruzeiro do Sul. As outras quatro pessoas que tiveram o resultado do exame positivo continuam na Comunidade Triunfo e ainda não procuraram tratamento em uma unidade de saúde. Os casos foram confirmados após uma visita de servidores da Secretaria Municipal de Saúde, com técnicos da Vigilância em Saúde do Estado, pesquisadores da Universidade Federal do Acre (Ufac), e representantes do Ministério da Saúde. Além de pesquisar como as pessoas estão contraindo a doença, a equipe coletou material para sorologia em 67 pessoas e os exames mostraram mais seis casos positivos. Desses pacientes, dois foram transferidos para tratamento em Cruzeiro do Sul e estão internados no Hospital de Referência do Juruá. De acordo com o secretário de Saúde de Marechal Thaumaturgo, José Maria da Silva, os outros quatro pacientes ainda não iniciaram o tratamento porque ainda não quiseram sair da comunidade. “Eles pediram para vir em outro dia, por questões familiares, naquele momento não dava para vir. Então, trouxemos dois pacientes e ainda faltam quatro pessoas começarem o tratamento e para darmos um acompanhamento melhor em parceria com as equipes de saúde do estado”, disse o secretário. Mais sete casos de doença de chagas já tinham sido confirmados na mesma comunidade no mês de junho. Um casal e cinco filhos ficaram internados no hospital de Cruzeiro do Sul mais de duas semanas fazendo o tratamento. Da família, cinco casos deram positivos e, mesmo o diagnóstico do pai e de uma criança sendo inconclusivo, eles também ficaram internados e continuam sendo acompanhados, pois também tiveram os sintomas da doença. Mais um casal da mesma comunidade teve o resultado positivo em junho e também esteve internado, mas já recebeu alta e continua o tratamento em casa. De acordo com a Vigilância em Saúde, ainda não está confirmado como os pacientes contraíram a doença, mas tudo indica que foi pela ingestão de alguns alimentos feitos de produtos da floresta, como o açaí e também pela picada do barbeiro. Segundo o secretário, equipes de saúde continuam visitando a comunidade para orientar os moradores sobre a manipulação dos alimentos para evitar a contaminação. “Estamos acompanhado de perto essas famílias, porque é necessário mais orientação. Inclusive, agora vamos dar um treinamento para as pessoas saberem como manipular os alimentos para ter menos rico de aumentar o número de casos da doença e para que as pessoas estejam mais protegidas, porque tem muitos barbeiros nessas comunidades”, afirmou Silva. Saúde vai treinar servidores para passar informações à comunidade Arquivo/Vigilância em Saúde
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