Terça, 09 Julho 2019 14:32

Após investigações, inquérito que apurava sumiço de 600t de milho no interior do AC é arquivado


Sumiço de milho em silo de Brasileia foi denunciado em 2015, na Aleac. MP-AC afirma que houve um problema de estocagem, que não era seguida corretamente. Sumiço de
milho em silo de Brasileia foi denunciado em 2015Reprodução/TV Morena O Ministério Publico do Acre (MP-AC) arquivou o inquérito que investigava o sumiço de 600 toneladas de milho de um silo em Brasileia, interior do Acre. O caso foi denunciado em 2015, durante sessão da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), em Rio Branco. O local atende aproximadamente 100 produtores de quatro municípios da região do Alto Acre, conforme informado pela Secretaria de Estado de Agricultura e Pecuária (Seap-AC) na época do sumiço. O MP-AC começou a investigar o desaparecimento do milho em 2017. Foram feitas perícias e exames no silo, além de ouvir diversas pessoas, entre servidores e gestores do local. O G1 tentou contato com a diretora da cooperativa responsável pelo silo, mas não obteve resposta até esta publicação. Arquivamento Nesta segunda-feira (8), o MP-AC anunciou que arquivou o inquérito porque ficou comprovado que não houve crime, mas, sim, um problema de estocagem do milho. Na publicação, os procedimentos de estocagem não eram seguidos, sendo que a quantidade de milho não era medida corretamente. Com isso, a quantidade de milho devolvida ao produtor era menor. “Por conta desse fato, por exemplo, se algum produtor entregava 100 (cem) quilos de “milho bruto”, na realidade, a depender das mais distintas variáveis, que não eram devidamente medidas, a quantidade de real de milho era bem inferior”, destaca o órgão. Com isso, o MP-AC afirma que o erro não era percebido pelos administradores, que não entregavam a mesma quantidade de milho entregue pelo produtor para a estocagem. “Ainda que houvesse a indicação do peso líquido do milho nos recibos de estocagem, o fato é que outras variáveis faziam com que o peso real do milho fosse ainda menor, desembocando na diferença acima exposta”, aponta. Ninguém foi indiciado pelo caso, segundo a publicação. O MP-AC confirma também que os produtores foram ressarcidos dos prejuízos. O ato de improbidade administrativa foi descartado porque não houve prejuízo ao Estado, ao município, e nem aos Poderes da União, conforme o MP-AC.
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