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Em menos de uma semana, polícia apreende segundo lote de anabolizantes em Rio Branco

10 Julho 2019

Os produtos, segundo a polícia, são de origem do Paraguai, México e Ucrânia. Defesa diz que anabolizantes era de uso pessoal do suspeito. Anabolizantes e grande quantidade de
dinheiro foram apreendidos em Rio Branco Alcinete Gadelha/G1 Um homem foi preso e várias caixas de anabolizantes apreendidas, na manhã de terça-feira (9). A abordagem aconteceu em frente a uma agência dos correios, no Segundo Distrito de Rio Branco, quando o suspeito foi buscar uma encomenda. Após vistoria do delegado Pedro Rezende, da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), o homem foi preso. Em seguida, foram feitas buscas na casa dele, no bairro Sobral, onde foram encontrados vários produtos que não podem ser comercializados sem a receita médica e uma quantia em dinheiro. "Hoje apresentamos mais uma grande apreensão de anabolizantes, que também são de fora do país, e estão sendo distribuídas em academias para suporte de pseudos atletas que usam esse tipo de medicamento", disse o delegado. Vários frascos, seringas e comprimidos de anabolizantes foram apreendidos pela Denarc no dia 3 de julho, em Rio Branco. Os medicamentos foram encontrados em uma outra casa e a polícia investiga para descobrir quem é o fornecedor dos produtos. Medicamentos são trazidos de fora do país Alcinete Gadelha/G1 A partir destas investigações a polícia chegou a segunda apreensão e a Wendel da Silva Rodrigues, de 26 anos, que trabalha como garçom. O delegado disse que a polícia já tem o nome de dois suspeitos. Além disso, ele acrescenta que há informações de que outras pessoas também fazem a distribuição do produto em Rio Branco. "As investigações vão continuar. Já temos vários usuários catalogados e vamos ouvir essas pessoas para prestar esclarecimentos e vamos chegar aos outros fornecedores", esclarece. De acordo com o delegado, a pena inicial para esse tipo de crime é de 10 anos e pode chegar a 15 anos. "É mais alta que tráfico de drogas, porque é extremamente nocivo usar medicamentos adulterados, sem esse tipo de controle da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)", disse. O advogado de Rodrigues, Armyson Lee, disse que o material apreendido era para consumo e que o cliente é atleta, por isso, tinha o produto em grande quantidade. E pediu a revogação da prisão. "Amanhã [quinta,10] ele vai para a audiência de custódia. É um rapaz trabalhador e esse material que foi apreendido é para o seu uso próprio. Não tem provas, até agora, que ele estava vendendo. Ele é um atleta de competição e a pessoa leiga também não sabe o que estava acontecendo. Ele não sabia que era crime", disse o advogado. Além disso, Lee diz que não há flagrante dele passando o medicamento para ninguém. "Não teve um flagrante que pegaram ele passando para alguém. Tava na casa dele, mas para uso próprio." Os produtos, segundo a polícia, são de origem do Paraguai, México e Ucrânia.
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