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Em Rio Branco, lei determina que farmácias aceitem medicamentos vencidos para descarte correto

07 Agosto 2019

Conselho de Farmácia diz que ainda vai ser discutido como colocar medida em prática. Prefeitura de Rio Branco também sancionou lei que cria Dia do Cooperativismo. Remédios vencidos
devem ser entregues em farmácias e drogarias Procon-MS/Divulgação A devolução de remédios vendidos ou estragado para os estabelecimentos de vendas virou lei em Rio Branco. A medida foi sancionada pela prefeitura do município, nesta segunda-feira (5). Além desta medida, a prefeita Socorro Neri também sancionou a lei que cria o Dia do Cooperativismo, que vai passar a celebrado no primeiro sábado do mês de julho. No Acre, atualmente existem 145 cooperativas que ocupam cerca de 570 pessoas. As duas medidas são do vereador Eduardo Farias. O G1 não conseguiu contato com o vereador. Descarte A lei que regulariza o descarte dos remédios prevê que farmácias e drogarias aceitem os medicamentos inutilizáveis. Porém, o vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia, Robson Fugihara explicou que ainda precisa ser discutido como a lei vai ser colocada em prática. “Todos passarão a ter um tempo para se readequar a lei. Isso não é uma obrigatoriedade dos estabelecimentos, apenas aqueles que acharem oportuno disponibilizar um espaço dentro das drogarias, em parceria com o governo, haverá a coleta. Isso não está determinado ainda, não sabemos como vai ser essas logística. A prefeitura não tem os locais prontos para descarte”, frisou. Ainda segundo o vice-presidente, o Conselho, representantes do setor público e a Secretaria de Saúde de Rio Branco devem sentar para definir a logística de coleta. Prefeitura de Rio Branco sancionou leis propostas pelo vereador Eduardo Farias Fagner Delgado/Ascom Prefeitura de Rio Branco "Isso tem que partir da Secretaria de Saúde, que vai indicar qual posto vai fazer, a empresa que vai fazer a coleta e dar o destino final. Nós, como instituição, não sabemos dessa logística, até porque tem uma série de trâmites que vai transcorrer”, complementou. Fugihara revelou que alguns estabelecimentos privados faziam essas ações de receber os medicamentos vencidos. Porém, foram detectados problemas no descarte final do material. “Houve uma intervenção da vigilância sanitária no sentido de que esses estabelecimentos não estariam completando o ciclo”, relembrou.
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