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Após morte de colega, motoristas de aplicativo pedem mais segurança para trabalhar no AC

07 Agosto 2019

Cooperação técnica e algumas medidas preventivas e repressivas devem ser tomadas para garantir segurança. Motorista foi achado morto com as mãos e pés amarrados e sem roupas em
estrada no Acre Arquivo pessoal Após a morte do motorista de aplicativo Alberto da Silva Souza, de 29 anos, na última semana, os motoristas de aplicativo se reuniram, na manhã desta quarta-feira (7), no Palácio das Secretarias, em Rio Branco, com secretário de segurança Paulo César Santos, para pedir mais segurança para trabalhar. Souza foi achado morto com as mãos e pés amarrados e sem roupas, no sábado (3), no quilômetro 12 do Ramal do Mutum, em Rio Branco. No mesmo dia, os motoristas fizeram uma carreata em homenagem ao colega encontrado morto e também em protesto contra a insegurança. Após a reunião, o secretário Paulo César disse que deve ser feita uma cooperação técnica e devem ser estabelecidas algumas medidas preventivas e repressivas. Motoristas se reúnem com representantes da Segurança Pública Arquivo/Asscom-PC "Preventivas no sentido de promover o treinamento adequado aos motoristas de aplicativo, no sentido de evitar situações de risco e também se comportarem diante de situações que podem ter a vida em risco. Repressiva no sentido de facilitar a investigação policial quando vir a ocorrer algum delito que tiver como vítima um motorista de aplicativo", explicou o secretário. Após a reunião, o motorista e representante da categoria, Rodrigo Vale, informou que os motoristas saíram satisfeitos com as decisões que foram tomadas. "Agora sim a gente acredita que, da forma como conversamos aqui, as coisas vão começar a melhorar. Essa integração da segurança com a nossa cooperativa ou associação. Nós termos esse link com as instituições e esse treinamento futuro, que teremos da segurança, para todos os nossos associados e cooperados", comemorou. Identificação Motoristas de aplicativo se reuniram em protesto pela morte de colega Rodrigo Vale/Arquivo pessoal O secretário disse ainda que é necessário identificar quem é o público que trabalha com o serviço de aplicativo e fazer uma triagem desses profissionais como forma de manter a segurança, inclusive, dos usuários do serviço. "Até como forma de proteger o consumidor. Efetivamente, diante dos casos que envolvem estes profissionais, nós tenhamos uma noção exata de quem são as pessoas envolvidas", conclui.
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