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Acre registra queda no desemprego durante três meses, aponta IBGE

17 Agosto 2019

O nível de ocupação no estado foi de 46,7% nos meses de abril, maio e junho. Mesmo acima, média do desemprego ainda é maior do que a nacional.
Acre aponta redução na taxa de desemprego, diz IBGE Amanda Perobelli/Reuters Dados divulgados nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a taxa de desemprego no Acre caiu no segundo trimestre de 2019. De acordo com o levantamento, a redução foi de 4,4%, na comparação com o primeiro trimestre deste ano. Nos primeiros meses do ano, 64 mil pessoas estavam desempregadas, o que correspondia a 18% da população. Mas, esse número caiu para 13,6 %, o que resulta em uma população de 48 mil desempregados. Ainda segundo o IBGE, o estado teve a maior variação entres as 10 unidades da federação que tiveram redução no desemprego. Mesmo assim, o estado ainda está acima da média nacional, que é de 12,0%. Com relação ao segundo trimestre de 2018, o número de desempregados é praticamente o mesmo. Segundo os dados, naquele período, a taxa era de 13,5% das pessoas perderam os postos de trabalho. O desemprego no trimestre encerrado em março é o maior da história, segundo série da Pesquisa Nacional pode Amostra de Domicílios (Pnad), iniciada no 1º trimestre de 2012. Com a redução, o estado volta a se equiparar aos dados dos últimos trimestres de 2018. O nível de ocupação no estado foi de 46,7% nos meses de abril, maio e junho. Dados nacionais Os dados mostram que 3,347 milhões de desempregados procuram emprego há pelo menos dois anos. Esse universo representa 26,2% (cerca de 1 em cada 4) dos desempregados no país no 2º trimestre. A taxa de desemprego do país no 2º trimestre de 2019 foi de 12,0%, caindo em ambas as comparações: -0,7 pontos percentuais frente ao primeiro trimestre de 2019 (12,7%) e -0,4 em relação ao mesmo trimestre de 2018 (12,4%). As maiores taxas foram observadas na Bahia (17,3%), Amapá (16,9%) e Pernambuco (16,0%) e a menores, em Santa Catarina (6,0%), Rondônia (6,7%) e Rio Grande do Sul (8,2%).
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