Quinta, 29 Agosto 2019 09:17

Programa de Rio Branco prevê entrega de remédios em casa para pacientes acamados e cadeirantes


Programa Medicamento em Casa deve atender mais de 7,7 mil pacientes em Rio Branco. Paciente pode solicitar a entrega dos remédios na Policlínica Barral y Barral Fagner Delgado/Ascom
Prefeitura de Rio Branco Pacientes do Sistema Único de Saúde de Rio Branco que usam remédios e material médico hospitalar de uso contínuo podem solicitar a entrega dos medicamentos em casa. A prefeitura da capital acreana lançou o Programa Medicamento em Casa que prevê atendimento para mais de 7,7 mil pessoas. A prefeitura diz ter investido R$ 150 mil para beneficiar pacientes acamados, cadeirantes, portadores de doença de Parkinson, osteoporose e idosos com 65 anos ou mais, além de pessoas com dificuldades de locomoção e problemas renais. Programa Lançado no último dia 23 na Policlínica Barral y Barral, o programa é dividido em três partes: a primeira com atendimentos para pacientes acamados em casa e cadeiras; na segunda vão ser atendidas pessoas que têm doença de Parkinson, osteoporose e idosos e a terceira fase vai atender pessoas com possuem dificuldades para andar e portadores de doença renal. "Nossa intenção é que as pessoas possam receber o benefício do tratamento e o acompanhamento dos profissionais nos domicílios. Isso demonstra uma preocupação na qualidade e comodidade do paciente, no sentido de que tenha os melhores acompanhamentos em seus cuidados e consiga fazer o tratamento no local de moradia", acrescentou o secretário de Saúde de Rio Branco, Oteniel Almeida. A ação é coordenada pelo Complexo Farmacêutico (Cofam). Além de entregar o medicamento, a equipe vai orientar o paciente sobre o uso. "Acreditamos que a dedicação, amor e cuidar das pessoas é o que faz sentido. Estamos com uma perspectiva altíssima sobre isso em virtude de que temos certeza que vai melhorar a qualidade de vida dos pacientes", frisou. A solicitação do serviço é feita na Policlínica Barral y Barral. É necessário apenas que o paciente ou o responsável apresente um documento de identificação, CPF, cartão do SUS, comprovante de endereço, a receita médica em papel timbrado do médico ou da unidade onde a consulta foi feita. A prefeitura destacou que essa receita deve conter todos dados do paciente, as doses diárias do medicamento, assinatura, carimbo e número do CRM do profissional, além do laudo relatando o tipo de doença e a condição do paciente.
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