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Falta de estrutura em feiras de Macapá afasta clientes e prejudica trabalhadores

08 Dezembro 2019

Locais nos bairros Buritizal, Trem e Novo Horizonte oferecem condições precárias para execução das atividades. Reforma de espaços deve acontecer em 2020, diz prefeitura. Feirantes cobram padronização de espaços Pontos
frequentes de comércio em Macapá, as feiras, principalmente as mais distantes do Centro, oferecem condições que deixam a desejar para trabalhadores e clientes. Muitas não tem a estrutura necessária para atender com qualidade e, na maioria das vezes, resultam em prejuízos a quem vende. Mesmo com um projeto de revitalização anunciado em 2015 pela prefeitura da capital, muita coisa ainda não saiu do papel, e até se concretizar, os feirantes seguem nos espaços, muitos deles com vazamentos, goteiras, falta de espaço adequado e oferta mínima de água e energia elétrica. "A gente espera melhora, que ajeite a nossa feira. O telhado está tudo quebrado, só vem aqui, prometem de fazer a nossa feira, mas nunca cumprem. A gente vai tapando, colocando telha", lamenta Ducirene Belém, que atua na feira da Avenida 1º de Maio, no Trem. Feirante Ducirene Belém diz esperar há anos por reforma na feira da 1º de Maio Rede Amazônica/Reprodução Ainda na Zona Sul, a situação se repete na feira da Rua Hildemar Maia, no Buritizal. O espaço já quase não funciona como uma feira tradicional. São poucos feirantes que ainda trabalham, a maioria dos boxes abriga negócios de outros segmentos, como salão de beleza, assistência técnica e eletrônicas. A prefeitura informou que vai trabalhar em 2020 para que todas as feiras sejam reformadas. Além disso, explicou que a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Semdec) está fazendo o recadastramento dos empreendedores para saber se todos estão realmente desenvolvendo as atividades. Em boxes da feira da Hildemar Maia predominam outros empreendimentos Rede Amazônica/Reprodução A Zona Norte da capital abriga uma das maiores feiras da cidade, no bairro do Novo Horizonte. No local, centenas de pessoas trafegam todas as semanas, mas para a clientela, o espaço também precisa passar por melhorias. "Fica melhor para a gente, porque as pessoas gostam de coisas bem feitas, e é isso que a gente espera do prefeito, para a gente tenha um lugar melhor", cobra a feirante Maria Olgaci Vieira. Feira do Novo Horizonte tomada por urubus Rede Amazônica/Reprodução Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.

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