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Pai negocia dívida de R$ 14 mil que tinha com escola da filha há 3 anos, no AP: 'presente de Natal'

14 Dezembro 2019

Quase 60 audiências estavam previstas para a última ação do ‘Sábado é Dia de Negociar’ de 2019, neste sábado (14). Evento busca conciliar débitos entre credores e clientes.
Marcelo Barbosa, funcionário público, conseguiu negociar dívida de R$ 14 mil que tinha com escola Caio Coutinho/G1 Desde 2016, o servidor público Marcelo Barbosa convive com uma dívida que tem com a escola da filha, no valor de R$ 14 mil. Neste sábado (14), durante a ação "Sábado é Dia de Negociar", em Macapá, ele conseguiu negociar o débito em 15 minutos. O valor foi reduzido para R$ 12 mil e parcelado em 35 vezes. “Aqui eu me sinto mais à vontade e tem alguém da Justiça nos auxiliando. Coloquei o valor que poderia pagar e fechamos negócio. Agora vou conseguir pagar sem sacrificar o orçamento. Foi um presente de Natal”, enfatizou. Ao todo, foram agendadas 58 audiências de conciliação como a dele para este sábado. A ideia é proporcionar a devedores que negociem dívidas e possam reativar crédito no mercado. Os acordos aconteceram na sede do Sebrae, no Centro. Clientes durante acordo com empresa na ação 'Sábado é Dia de Negociar' em Macapá Caio Coutinho/G1 Coordenadora da programação, a juíza Eleusa da Silva Muniz afirmou que a iniciativa ajuda a “desafogar” o número de processos acumulados no judiciário e que, apesar da grande procura, apenas 30% dos casos são resolvidos. “As empresas procuram o poder judiciário para trazer o devedor para o diálogo. Às vezes, o próprio cliente nos procura para resolver as pendências de pagamento e a maioria dos casos são dívidas com bancos. Nosso objetivo é limpar os nomes e fazer a economia girar”, afirma. Este sábado também marcou a formação de alunos do curso de mediação e conciliação, realizado pelo Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap). Cerca de 90 alunos, entre servidores voluntários e acadêmicos de direito, observaram os acordos e aprenderam na prática como conciliar. “São processos concretos, então eles observam como negociar e chegar em uma conciliação entre parte autora e ré. Eles podem relacionar como aplicar o que aprenderam na teoria”, explicou o desembargador Carmo Antônio, que ministrou módulos do curso. Acadêmico de direito Oesley Moura fez curso para ser mediador Caio Coutinho/G1 O acadêmico de direito Oesley Moura, de 22 anos, foi um dos alunos do curso de mediação e conciliação. Ele declarou que, para ele, estar nesta função é uma oportunidade de ajudar a sociedade. “Considero um trabalho que ajuda a comunidade, pois ativa o lado humano das pessoas. É muito bom poder resolver os conflitos de quem você não conhece”, finaliza. Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.
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