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Aplicação do DIU de cobre pelo SUS no Amapá aumenta 137% em 2019

17 Janeiro 2020

Número saltou de 208 em 2018 para 486 no ano passado. Dispositivo contraceptivo tem eficácia de 99%. Saiba como solicitar esse método. Dispositivo Intrauterino distribuído pelo SUS Rede Amazônica/Reprodução O
ambulatório do Hospital da Mulher Mãe Luzia (HMML), em Macapá, registrou um aumento de 137% nas aplicações do Dispositivo Intrauterino (DIU) durante 2019. Em 2018, foram feitos 208 procedimentos do tipo. No ano passado esse número saltou para 486. O dispositivo tem validade de até 10 anos e pode ser retirado a qualquer momento para que a fertilidade volte ao normal. A eficácia do DIU é de 99%. Em 2019, o G1 publicou uma reportagem sobre a baixa adesão a esse método contraceptivo, que é considerado um dos mais confiáveis. De janeiro a junho do ano passado, 124 dispositivos foram implantados em mulheres. Ou seja, houve uma busca maior pelo DIU no segundo semestre. SUS oferta DIU de cobre pela rede pública no AP, mas adesão é baixa; saiba como solicitar Os contraceptivos que você tem direito de exigir pelo SUS - e o que fazer se não conseguir DIU de cobre é método contraceptivo ofertado de graça pelo SUS Fabiana Figueiredo/G1 Mãe aos 21 anos, a paciente Loslene Mota foi uma das que optou pela aplicação do dispositivo que evita a gravidez. Segundo ela é um método fácil e rápido, e também é importante no caso dela para evitar uma nova gestação na juventude. "Eu sou muito nova, então para evitar a gravidez, por hora, eu resolvi colocar porque é um método fácil e rápido. E a gente tem acesso de graça nos postos de saúde. Então para dar continuidade a minha vida decidi pela aplicação", disse Loslene, que é mãe de uma bebê de 3 meses. O DIU é ofertado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Basta a interessada procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) que será encaminhada ao ambulatório do HMML, que funciona no Centro Frei Daniel Samarate, localizado na Av. FAB, no bairro Santa Rita. Ambulatório da maternidade pública funciona no Centro Frei Daniel Samarate Fabiana Figueiredo/G1 A ginecologista obstetra Cleonice Macedo orienta as pacientes de que o método não há contraindicações. A inserção é feita em poucos segundos e não causa dor. Além disso, a paciente tem um acompanhamento médico antes e depois da aplicação, afirmou Cleonice. "Ela tem que ter um exame de prevenção do câncer e confirmação de que não está grávida. Quando ele é aplicado, nós requisitamos essa paciente o controle do DIU, que é a visualização do dispositivo a cada 6 meses. É uma maneira de evitar a gravidez sem hormônio", explicou a ginecologista. Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.

Em breve novidade aqui!!!

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