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Milhares de foliões apostam no bom humor e na descontração durante trajeto do bloco A Banda

25 Fevereiro 2020

Maior bloco de rua do Amapá desfilou com milhares de brincantes nesta terça-feira (25). Multidão seguiu os trios elétricos e os bonecos do bloco "A Banda" Caio Coutinho/G1 Começou
com temporal, o céu abriu, teve temporal de novo, mas nada foi capaz de afastar milhares de brincantes que botaram - ou não - a fantasia para jogo e se deixaram levar ao longo de quase 8 quilômetros de percurso do bloco A Banda, o maior do Amapá, que arrastou uma multidão pelas ruas do Centro de Macapá nesta terça-feira (25). A previsão da organização era de mais de 150 mil brincantes, mas a quantidade de sorrisos sinceros, histórias para contar e amizades fortalecidas foi incalculável. Público durante o trajeto do bloco na Avenida Feliciano Coelho Caio Coutinho/G1 Era início da tarde quando os primeiros foliões desceram a Rua Cândido Mendes rumo ao Centro Comercial. Ainda pequeno, o grupo cresceu rapidamente e a multidão tomou conta das vias destinadas ao percurso, que seguiu pelo bairro Trem até retornar ao Centro. Homens, mulheres, crianças, idosos e animais de estimação foram bem vindos na Banda, que democrática respeitou todas as fantasias, desde as favoritas como super-herois, personagens de séries e desenhos animados, até as mais diferenciadas como críticas políticas e sociais. Casal montando em dinossauros garantiu a diversão durante o trajeto Caio Coutinho/G1 Para os amantes de anime, coube ao professor de jiu-jítsu Erinaldo Santos, de 39 anos, se fantasiar de Mestre Kame, da saga Dragon Ball. “Gosto bastante de Dragon Ball. Trabalhei na base da criatividade e artesanal para não gastar muito com fantasia”, comentou o brincante. E uma das marcas do bloco também não faltou: os homens vestidos de mulher. Seguindo os trios elétricos com sons dos mais variados, desde o axé, forró, sertanejo e brega funk, o percurso foi carregado de alegria. Erinaldo Santos vestido de Mestre Kame, da saga Dragon Ball Caio Coutinho/G1 Mesmo quem não correu atrás da música ou estava à toa na vida, ficou na calçada, no carro e na varanda de casa para ver a banda passar. Foi o caso do técnico Alujohn Rodrigues, de 28 anos, que preferiu acompanhar de perto - mas não tão de perto - a multidão. “Principalmente pela segurança, de estar com os amigos reunidos e aproveitar melhor. Gosto de me divertir vendo as pessoas. Gostei dos homens vestidos de mulher e dos superherois”, brincou. Até o fim do trajeto na Praça Barão do Rio Branco, foram poucas ocorrências de brigas e nenhuma com gravidade. A Polícia Militar (PM) e o Corpo de Bombeiros acompanharam todo o desfile. Da calçada e da varanda, público acompanhou o desfile Caio Coutinho/G1 Fantasias variadas puderam ser acompanhadas no bloco Caio Coutinho/G1 Fantasias chamaram a atenção durante todo o percurso Caio Coutinho/G1 Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.

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