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Escolas cívico-militares: ministro divulga lista de instituições que aderiram ao programa

27 Fevereiro 2020

A proposta do governo é usar as Forças Armadas em funções administrativas e na gestão nas escolas com o objetivo de melhorar os resultados das avaliações educacionais. A adesão
de estados e municípios é voluntária. Escola de gestão compartilhada, escola com gestão militar, no Amapá Maksuel Martins/Secom/Divulgação O ministro da Educação, Abraham Weintraub, divulgou nesta quarta-feira (26) a lista das escolas que aderiram ao programa cívico-militar (veja a relação abaixo). A proposta do governo é usar as Forças Armadas em funções administrativas e na gestão nas escolas com o objetivo de melhorar os resultados das avaliações educacionais. A adesão de estados e municípios é voluntária. Em 2020, 54 escolas de todo o país participarão do piloto do programa – cada escola vai receber R$ 1 milhão para implementar o projeto, de acordo com o MEC. Para especialistas, o investimento é alto se considerado o impacto da política, que abrange uma pequena parcela da população (leia mais aqui). Já o MEC defende o "pluralismo pedagógico". Escola cívico-militar: veja perguntas e respostas sobre o modelo defendido pelo governo Bolsonaro Defesa vai analisar histórico de inativos antes de contratar para escolas cívico-militares Escolas do DF iniciam ano letivo sem implementar programa cívico-militar do MEC A ideia do governo federal é ofertar 216 escolas cívico-militares no país até 2023. De acordo com o Ministério da Educação, professores civis continuarão responsáveis pela sala de aula. Atualmente, o Brasil tem 203 escolas desse tipo, em 23 unidades da federação. Segundo o Ministério da Educação, as ações das escolas cívico-militares vão se concentrar em três principais áreas: Educacional: atividades para fortalecer valores “humanos, éticos e morais” e incentivar a formação integral dos alunos. Didático-pedagógica: atividades de supervisão escolar e psicopedagogia para melhorar o processo de ensino e aprendizagem. Administrativa: ações para melhorar a infraestrutura e organização das escolas. O ministro Weintraub afirmou que há um caso em Campinas que está aguardando definição jurídica. "Caso Campinas seja inviabilizada, a próxima cidade a entrar na lista será Sorocaba", afirmou o ministro. Na última sexta (21), o Ministério Público contestou, em manifestação enviada à Justiça, a informação da Prefeitura de Campinas (SP) de que houve uma consulta ao Conselho Escolar da unidade indicada para receber o modelo cívico-militar. A manifestação, assinada por três promotores, aponta que a reunião com o conselho da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Professora Odila Maia Rocha Brito serviu apenas para passar uma "breve exposição" do modelo cívico-militar e não deu espaço para que o grupo analisasse a possível adesão ao programa. Confira a lista das escolas Lista das escolas cívico-militares Reprodução
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