-->

Federação propõe reabertura gradual do comércio no AP a partir de julho; plano ainda é estudado

23 Mai 2020

Durante a pandemia do novo coronavírus, somente serviços essenciais podem ter atendimento presencial. Federação propõe reabertura gradual do comércio no AP a partir de julho Desde o mês de
março, os serviços do comércio passaram a funcionar de maneira mais restrita no estado devido a pandemia do novo coronavírus. Agora a Federação do Comércio do Estado do Amapá (Fecomércio) começa a apresentar um plano voltado para o retorno gradual das atividades do setor. Atualmente o estado enfrenta o lockdown, com medidas mais severas para reduzir a circulação de pessoas e assim a proliferação do vírus. A ideia da federação é que a reabertura gradual inicie em julho e que todas as empresas estejam funcionando em setembro. ENTENDA o que é lockdown LOCKDOWN: o que é permitido e o que é proibido AO VIVO: Veja as últimas notícias sobre o coronavírus no Amapá Chamada de "Plano de Reabertura Gradual do Comércio do Estado", a proposta tem sido apresentada este mês para diversos órgãos e ainda pode sofrer alterações. Para a reabertura do comércio, é necessária aprovação do Executivo. Segundo a Fecomércio, o plano ainda precisa ser avaliado pelo governo. Comércio durante a pandemia do novo coronavírus em Macapá Caio Coutinho/G1 Neste sábado (23), a sugestão foi apresentada para jornalistas por meio de uma videoconferência. O projeto foi elaborado pela Fecomércio, por sindicatos e entidades representativas do setor econômico, com base em análises técnicas e estabelece protocolos gerais que devem ser seguidos pelas empresas. Em resumo, a Fecomércio propõe um retorno gradual, iniciando em junho, com autorização para atendimento expresso (drive-thru) por shoppings e galerias comerciais. Em julho, todos os empreendimentos voltariam a funcionar de portas abertas da seguinte forma: a partir de julho: todos os estabelecimentos abertos, na modalidade presencial, obedecendo normas de higiene, segurança e horários e equipes reduzidas; a partir de agosto: todos os estabelecimentos abertos, na modalidade presencial, obedecendo normas de higiene, segurança, com horários regulares mas com equipes reduzidas; a partir de setembro: todos os estabelecimentos abertos, na modalidade presencial, obedecendo normas de higiene, segurança, com horários regulares e equipes completas. O plano foi apresentado pelo presidente da Fecomércio do Amapá, Eliezir Viterbino. A todo momento, ele destacou que os empreendimentos funcionariam como "núcleos de contenção de contágio", ou seja, que as empresas seriam responsáveis por adotarem as medidas de segurança sugeridas pelo Ministério da Saúde e que também fariam orientações aos clientes. "Que cada estabelecimento possa ter, além das máscaras, as luvas, EPIs, a higienização, a liberação do grupo da comorbidade, o monitoramento da saúde de todos, uso do aferidor da temperatura, do 'limpa-sapatos'. Essa reabertura é de forma gradual", destacou Viterbino. A Fecomércio também destacou no plano quase 20 normas gerais voltadas à higiene, como: limitar a quantidade de clientes nos empreendimentos; disponibilizar álcool 70% em locais de fácil acesso; distanciamento de 1,5 metro entre as pessoas; instalação de lavatórios nas entradas dos estabelecimentos; limpezas regulares. Os protocolos são delimitados por segmento comercial. Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19 A exemplo, os serviços de salões de beleza e estética funcionariam somente sob agendamento, cadeiras mais distantes, até com uso de barreiras físicas individualizadas; as academias funcionariam com número estabelecido de clientes e com um reforço na higienização dos equipamentos; shoppings com controle de acesso; e restaurantes sem atendimento via garçom. Para a proposta foram consideradas, segundo a Fecomércio, o nível de necessidade da população, o nível de relevância econômica, risco de contágio, nível de vulnerabilidade se ficar fechado, nível de quantidade de empregos e tempo de permanência médio do cliente dentro do estabelecimento. "Tenho orgulho de ter feito plano técnico e honesto porque sei que estou lutando pela vida das pessoas. Atrás de cada CNPJ [Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica] tem pessoas, colaboradores, clientes. Esperamos até quarta-feira [27] apresentar oficialmente para o governo e a prefeitura um plano consensual com eles", citou o presidente da Fecomércio no Amapá, durante a videoconferência. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá Initial plugin text
We use cookies to improve our website. Cookies used for the essential operation of this site have already been set. For more information visit our Cookie policy. I accept cookies from this site. Agree