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Cápsula de ventilação usada em Centro Covid no AP reduz tempo de internação de pacientes em UTIs

28 Mai 2020

Medida já está implementada na unidade do município de Santana. Equipamento evita entubação e provoca redução de custos com o uso de sedativos. Paciente utiliza cápsula de ventilação no
Centro Covid 3, em Santana Ascom/IBGH Uma técnica que utiliza uma cápsula de ventilação junto com o uso de de máscara interligada a oxigenação tem reduzido o o tempo de permanência de pacientes em UTIs no Amapá. Além disso, a medida evita a entubação do pacientes e o uso de sedativos. A cápsula de ventilação é uma pequena tenda de cobertura plástica usada para cobrir todo o rosto do paciente. Dessa forma, o objeto não provoca a disseminação de partículas no ar, reduzindo o contágio do coronavírus à equipe de saúde durante procedimentos médicos. Cerca de 60 cápsulas já foram fabricadas e distribuídas na rede hospitalar pública e privada do Amapá. Elas já estão sendo usadas no Centro Covid, no município de Santana. Outras também serão usadas no Centro Covid 1 e 2, em Macapá. "Você colocando essa tenda ela retem e com um filtro ela absorve todos esses vírus que seriam despejados no meio ambiente. Com isso não há contaminação da equipe, porque o ambiente está livre de vírus por aerosol", explicou o diretor-técnico do Covid 1 e 2 , André Ribeiro. A técnica tem sido usada na rede hospitalar dos estados do Amazonas, Pará e Roraima. Um paciente grave com a Covid passa em média 10 a 15 dias em tratamento de terapia intensiva. Causando a elevação do custo da internação e uso de medicamentos, como sedativos. Cápsula de ventilação usada em Centro Covid no AP reduz tempo de internação de pacientes Em razão disso, a cápsula passou a ser aliado importante no combate à Covid-19, explica o médico e presidente do Comitê Médico da Covid no Amapá, coronel Pedromar Valadares Melo. "Diminui tem de internação, a necessidade de pacientes que vão para o respirador, para entubação. Consequentemente pode ajudar a diminuir a necessidade dos medicamentos que mantém os pacientes entubados e relaxados. Isso é um problema nacional grave", afirmou. É necessário também uso de máscaras para oxigenação não invasiva. Uma campanha foi lançada a fim de receber doações desse material. O equipamento tem uma boa eficácia, por cobrir grande parte do rosto do paciente. As doações são feitas no comando do Corpo de Bombeiros do Amapá. Uma parceria da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Amapá (Setec), com especialistas do Amazonas, tem produzido o equipamento no estado. Após a criação da primeiro protótipo, e com apoio do setor privado. "Nos recebemos o protótipo, a recomendação de como produzi-lá, fizemos algumas adaptações para materiais que fossem possíveis ser adquiridos aqui no estado do Amapá e fizemos uma versão e um empresário local construiu várias cápsulas", disse o titular da Setec, Rafael Pontes. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá
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