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SVS indica estabilização de casos de Covid-19 e prevê impacto do ‘lockdown’ em 2 semanas no AP

04 Junho 2020

Superintendência de Vigilância em Saúde divulgou balanço sobre os 15 dias de isolamento restritivo no estado. Aumento de testes e barreiras podem reduzir incidência. Equipes da Vigilância em Saúde
abordaram quase 20 mil pessoas durante 'lockdown' A Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS), que coordena as ações preventivas de combate à Covid-19 no estado, divulgou nesta quinta-feira (4) dados sobre os 15 dias de “lockdown” no Amapá, que entre 19 de maio e 2 de junho, estabeleceu medidas rígidas de restrição de circulação de pessoas para evitar o avanço do coronavírus. Para a entidade, o efeito da ação pode vir em até 2 semanas. Iracilda Pinto, diretora executiva da SVS, contabilizou que mais de 20 mil pessoas foram abordadas nas barreiras de fiscalização e, dentre elas, 495 apresentaram sintomas da Covid-19. Elas foram orientadas a procurarem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para atendimento inicial visando o não agravamento do quadro. AO VIVO: Veja as últimas notícias sobre o coronavírus no Amapá MAPA DO CORONAVÍRUS: Confira as cidades infectadas pelo país Segundo a gestora, foram 971 visitas domiciliares e nelas foram realizados testes rápidos, com 180 resultados positivos. Exames para detecção do vírus foram feitos também com trabalhadores da linha de frente, como jornalistas, profissionais de saúde e da segurança. “A gente pode dizer que houve estabilização dos casos, embora esses resultados de exames apareçam todos os dias, entre 800 e 600 positivos, são resultados de exames reprimidos que estavam no Laboratório Central”, explicou. Cerca de 500 pessoas apresentaram sintomas durante as abordagens Victor Vidigal/G1 A SVS esteve presente com testes em unidades como o Hospital da Criança e do Adolescente (HCA), Pronto Atendimento Infantil (PAI), Hospital de Emergência (HE), Hospital Estadual de Santana (HES), Hospital Alberto Lima (Hcal), Maternidade Mãe Luzia e instituições como Casa da Hospitalidade, Lar Betânia e casas de apoio indígena. “Foram muito exitosas nossas testagens, principalmente nos hospitais, que eram nossa grande preocupação. Foram repassados mais exames para responsáveis dos núcleos, que testarão os profissionais que não realizaram a testagem ainda”, completou. Em relação ao progresso dos resultados das amostras ainda em análise, Iracilda reforça que houve a contratação de mais um laboratório particular para dar celeridade nos resultados, além de mantidas as parcerias com o Instituto Evandro Chagas, em Belém, e Fundação Osvaldo Cruz (FioCruz). Initial plugin text Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá
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