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Quase 40 empresas no AP terão que justificar alta nos preços de materiais de construção

10 Julho 2020

Operação do Procon e Polícia Civil motivada por denúncias de consumidores sobre valores abusivos encerrou nesta sexta-feira (10) em Macapá e Santana. Agentes da Polícia Civil em fiscalização em
loja de material de construção Wedson Castro/Rede Amazônica A “Operação Construção” realizada pelo Instituto de Defesa do Consumidor do Amapá (Procon) e Polícia Civil terminou nesta sexta-feira (10) notificando 39 empresas de Macapá e Santana por preços abusivos cobrados por materiais de construção durante a pandemia. Além das lojas, 7 olarias também constam na lista, todas de Santana. As ações de fiscalização aconteceram após denúncias de consumidores que notaram preços muitos elevados em materiais como tijolos, telhas e cimento, com valores até 3 vezes maiores que os cobrados até março. Viatura da Polícia Civil em frente a uma loja de material de construção fiscalizada em Macapá Wedson Castro/Rede Amazônica O Procon informou que entre as denúncias estavam relatos de que o milheiro de tijolo teria aumentado de R$ 300 para R$ 850 durante a crise sanitária, sem nenhum motivo aparente. As empresas têm até 2 dias úteis para apresentarem notas fiscais de compra e venda que justifiquem o aumento abrupto nos preços cobrados aos consumidores. O instituto deve analisar os documentos e caso sejam constatados os abusos nos valores, a empresa pode ser multada por elevação de preço sem justa causa e até ser interditada. A operação A operação contou com o apoio da Polícia Civil, por meio da Delegacia de Crimes Contra o Consumidor (Deccon) e começou na segunda-feira (6), onde começou a investigar sobre os milheiros de tijolos. Durante as visitas, os fiscais do Procon e agentes da Deccon solicitaram justificativa para o aumento do preço e as três últimas notas de compra e revenda dos empresários. As redes sociais do Procon e o número 151, com atendimento das 8h às 13h, estão disponíveis para as denúncias de qualquer prática danosa ao consumidor. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá
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