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Progressistas não descartam judicializar a CPI da Saúde

26 Mai 2020
Deputado Belarmino Lins

Alijados da nova composição da CPI da Saúde, os três deputados que formam a bancada do Partido Progressista (PP) na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Belarmino Lins,

Mayara Pinheiro e Álvaro Campelo) ameaçam judicializar a nova formação da Comissão Parlamentar de Inquérito.

Em discurso na sessão virtual da manhã desta terça-feira (26), o líder da legenda na Casa Legislativa, deputado Belarmino Lins, criticou “manobras urdidas na calada da noite” que, segundo ele, nortearam a escolha de nomes para a CPI, na segunda-feira (25), atropelando o princípio da proporcionalidade determinado pelo Regimento Interno da Aleam com relação aos blocos partidários e colégios de líderes existentes na Casa.

“A nova formação da Comissão de Inquérito padece dos mesmos vícios cometidos quando da primeira reunião, na semana passada, que procedeu a escolha dos nomes que deveriam compor a CPI, desrespeitando o princípio da proporcionalidade, na base do quem tem menos fica com mais, receita que desconhecemos à luz do nosso Regimento Interno”, manifestou Belarmino.

Em nome dos outros dois membros da bancada progressista (Mayara Pinheiro e Álvaro Campelo), Belarmino exigiu que o deputado-presidente da Mesa Diretora, Josué Neto (PRTB), corrija o equívoco sob pena de o PP recorrer à Justiça para resgatar a ordem legal que deve permear a matéria.

“A bancada situacionista possui 16 parlamentares, observando-se que um (Ricardo Nicolau) encontra-se de licença médica, e ainda assim fica com ampla maioria em termos proporcionais, tem maior número de líderes partidários, enquanto a bancada de oposição conta com oito parlamentares e um pequeno colégio de líderes. Então, isso joga por terra a lógica da receita segundo a qual quem tem menos fica com mais”, detalhou Belarmino avisando: “Ou se corrige esse equívoco ou os progressistas serão obrigados a judicializar essa questão”.

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