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Após investigação da PF, eleição do TJ-BA pode ser suspensa

19 Novembro 2019
A presidência interina do órgão é exercida pelo desembargador Augusto Lima Bispo | Foto: Luciano Carcará | Ag. A TARDE

A eleição para presidência do Tribunal da Justiça da Bahia (TJ-BA)

que está marcada para esta quarta-feira, 20, poderá não acontecer. A alta cúpula do órgão se reuniu no início da tarde desta quarta-feira, 19, para definir se o pleito será mantido ou suspenso.

A suspensão da eleição pode acontecer após os desembargadores José Olegário Monção Caldas e Maria da Graça Osório Pimentel, candidatos aos postos serem afastados do órgão. Assim, eles não poderão mais disputar a eleição.

>>Operação Faroeste: presidente do TJ-BA é afastado da função

>>Operação Faroeste mira esquema de venda de decisões no Judiciário baiano

Os dois desembargadores faziam parte da lista com os cinco nomes mais antigos para disputar o posto. Com os afastamentos, estão aptos a concorrer ao cargo de presidente os desembargadores Lourival Trindade, Carlos Roberto e Rosita Falcão.

Na manhã desta terça, o desembargador Gesivaldo Britto foi afastado da função de presidente do TJ-BA pela operação da Polícia Federal que investiga um esquema de venda de decisões judiciais por desembargadores e juízes no Tribunal de Justiça. A presidência interina do órgão é exercida pelo desembargador Augusto Lima Bispo.

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