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Coronavírus: número de mortos no Brasil sobe de 159 para 201

31 Março 2020

O Brasil agora tem 201 mortes em decorrência da pandemia do novo coronavírus. O número foi divulgado em um balanço nacional do Ministério da Saúde na tarde desta terça-feira (31). Ao

todo, foram confirmados 5.717 casos de covid-19 no país, com uma taxa de letalidade de 3,5%.

No levantamento anterior, anunciado na última segunda-feira (30), o país tinha 159 mortes e 4.579 casos. Assim, este foi o maior acréscimo no total de casos desde o começo da epidemia: foram incluídas mais 1.138 confirmações em 24h - um aumento de 24% - e mais 42 mortes - crescimento de 26%.

O maior número de óbitos está em São Paulo: segundo o Ministério da Saúde, com 2.339 casos confirmados da doença no estado, foram 136 vítimas fatais. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro (23 mortes) e, em terceiro, o Ceará (7). A Bahia registrou duas mortes por conta do novo coronavírus.

Completam a lista os estados do Pernambuco (6), Piauí (4), Rio Grande do Sul (4), Amazonas (3), Distrito Federal (3), Paraná (3), Minas Gerais (2), Santa Catarina (2), Rondônia (1), Alagoas (1), Maranhão (1), Rio Grande do Norte (1), Goiás (1) e Mato Grosso do Sul (1). Acre, Amapá, Pará, Roraima, Tocantins, Paraíba, Sergipe, Espírito Santo e Mato Grosso não têm, até o momento, mortes confirmadas pela doença

Na Bahia, são 217 casos registrados do novo coronavírus, de acordo com o boletim divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) na tarde desta terça-feira (31). Na última segunda (30), o total de casos confirmados era 176. Até o momento, 1.393 casos foram descartados e outros 4.279 são investigados. Ao todo, 17 pessoas estão curadas e 42 encontram-se internadas.

A cidade de Ilhéus, no Sul do estado, registrou nesta terça-feira (31) mais dois casos de Covid-19 - chegando a quatro pessoas infectadas. Feira de Santana também tem mais uma pessoa contaminada.

Em Salvador, o prefeito ACM Neto anunciou a prorrogação, por mais 15 dias, do decreto municipal que suspende atividades em escolas públicas, privadas e universidades, além de parques públicos e privados, espaços culturais, autoescolas e academias. O decreto anterior tinha validade até a quarta-feira (1).

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