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No dia da mentira, seis sites para checar a veracidade das notícias

01 Abril 2020
1 de abril de 2020
- Redação Multimídia ESHOJE

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Foto: Getty Images

Em tempos de pandemia e batalhas políticas, todo cuidado é pouco com as informações que recebemos e repassamos para as pessoas. De álcool em gel caseiro à associação do covid-19 com uma guerra biológica, verdades e mentiras são difundidas pelas redes sociais, com o intuito de formar, informar ou deformar.

Neste 1º de abril, ES HOJE garimpou na internet agências, sites e iniciativas coletivas oferecem checagem de notícias compartilhadas. A prática conhecida pelo termo em inglês fact checking é um método de verificação que analisa a confiabilidade das fontes apuradas em um texto jornalístico. Essas ferramentas podem ajudar a saber se uma notícia é falsa.

Dependendo do levantamento, é possível descobrir se as informações que circulam no WhatsApp, Facebook e Instagram são verdadeiras ou se trazem algum nível de distorção.

Confira os sites:


S site criado pelo jornalista Edgard Matsuki em 2013. Seu objetivo é publicar verificações de notícias populares na web. Inicialmente focada em boatos com viés de curiosidade, a plataforma foi se tornando, aos poucos, também em um serviço voltado para o que ficou conhecido como fake news.


Iniciativa do Grupo Globo para verificar conteúdo suspeito nas notícias mais compartilhadas da internet. A apuração é feita em conjunto por jornalistas da CBN, Época, Extra, G1, TV Globo, GloboNews, Jornal O Globo e Valor Econômico.


Projeto de checagem de fatos que conta com o trabalho em equipe de jornalistas de 24 diferentes veículos. O foco da plataforma são as informações “enganosas, inventadas e deliberadamente falsas” compartilhadas. A ideia é checar declarações, especulações e rumores que ganham projeção na internet. O trabalho envolve a apuração de textos, vídeos, imagens e gráficos.


A Aos Fatos é uma agência especializada na checagem de fatos também membro da IFCN e contratada pelo Facebook. Os jornalistas identificam informações públicas de acordo com a relevância e trabalham para verificar as fontes originais e classificar em sete categorias: verdadeiro, impreciso, exagerado, distorcido, contraditório, insustentável e falso.


A agência Lupa, ligada ao jornal Folha de S. Paulo, foi a primeira do Brasil dedicada estritamente ao que se chama de fact checking. Seus serviços estão voltados, em 2018, especialmente à cobertura das eleições para governos estaduais e presidência. Sua metodologia resulta no maior número de categorias entre as agências de checagem. São nove etiquetas que podem ser conferidas à informação após a análise: “verdadeiro”, “verdadeiro, mas”, “ainda é cedo para dizer”, “exagerado”, “contraditório”, “subestimado”, “insustentável”, “falso” e “de olho”.


O E-Farsas é o mais antigo serviço de verificação de notícias falsas, lançado em 2001. Segundo o portal, a iniciativa surgiu “com a intenção de usar a própria internet para desmistificar as histórias que nela circulam”. Muitos boatos que se popularizaram em listas de e-mail e caixas de comentários na internet foram desvendados pelo E-Farsas muito antes do fenômeno das fake news.

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