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Mato invade terreno do Forte São João e liga alerta para doenças

08 Julho 2020
8 de julho de 2020
- Bernardo Barbosa

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O busto do índio Araribóia se perde em meio a altura da vegetação. (Foto: Bernardo Barbosa/ES Hoje)

Criado para servir de barreira contra adversários na época em que o Estado ainda era uma Capitania, o Forte São João foi tomado por  matagal.

A reportagem do ESHOJE foi até o local, motivada por registros de leitores, e verificou o estado atual do terreno. Há plantas que ultrapassam a cerca que protege o lugar de invasões.

Além de prejudicar esteticamente uma estrutura capixaba histórica, a região pode conter foco de doenças, entre elas dengue, chikungunya, dentre outras.

Por meio de nota, a Prefeitura de Vitória – responsável pela localidade – afirmou que a Central de Serviços do município iria realizar a manutenção para aparar todo o mato ainda hoje e prometeu fotos para comprovar. Mas, até o fechamento da matéria, nenhuma imagem foi recebida.

Construído na atual Avenida Beira Mar, o casarão foi construído em uma área de 4 mil m² em 1592. Os habitantes da época improvisaram dois fortins, sendo o primeiro junto ao morro do Penedo e o segundo junto ao morro do Vigia.

Com o passar do tempo, o fortim do morro do Penedo é desativado e o do morro do Vigia passa a se chamar Forte São João, sendo considerado uma fortaleza de grande importância para a defesa do Espírito Santo.

Após ser desativado, já serviu de sede para cassino, Clube de Regatas Saldanha da Gama e passou a pertencer à Prefeitura de Vitória há 10 anos.

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