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Quinta, 13 Agosto 2020 18:57

Em meio a pandemia, ES tem 7.8 vezes mais casos de chikungunya do que em 2019

Um panorama de 2020, até o momento, sobre as doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti, como a dengue, a chikungunya e a zika, mostra que em meio a pandemia do o

Espírito Santo tem 7.8 vezes mais casos de chikungunya do que no mesmo período de 2019. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (13) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). 

Até o último sábado (8) foram notificados 14.952 casos de chikungunya no Estado, sendo quatro óbitos confirmados. A região Metropolitana foi a que mais registrou casos. Em seguida está a Sul, Central e Norte. 

A explicação para o crescimento em 2020, segundo o chefe do Núcleo Especial de Vigilância Ambiental, Roberto Laperriere, é em razão de que em 2019 e em anos anteriores o Estado não registrou grandes epidemias de chikungunya, mesmo com a circulação do vírus. 

“Tínhamos uma população altamente suscetível e essa situação (população suscetível), a situação climática favorável e o vírus circulando com uma maior intensidade, fez com que a gente tivesse um aumento do número de casos”, explicou. 

Os depósitos para os ovos do mosquito estão dentro ou próximos das residência, e a população tem um trabalho primordial — Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Por outro lado, em relação ao mesmo período de 2019, houve uma redução no número de casos da dengue. No ano passado foi registrada uma alta incidência da doença, com mais de 80 mil casos notificados, e a circulação da sorotipo 1 e 2. Já em 2020, aconteceu o contrário com uma redução de 40% dos casos, de acordo com o panorama apresentado por Laperriere. 

“Muita dessa população, que adoeceu em 2019, adquiriu imunidade e ficou menos suscetível. Mas mesmo assim temos dez óbitos em 2020, o que nos traz  a preocupação em relação a dengue”, esclareceu. 

Dentre as regiões do Estado com mais casos da dengue, está a Central, sendo a com maior incidência. Em seguida a Metropolitana, Norte e Sul. Além disso, segundo Laperriere, também destaca que existe preocupação na região Norte, que é a única com município (Mucurici) com média incidência da doença, o que pode ser justificado pelo clima, que favorece o desenvolvimento do mosquito. 

Também até o último sábado foram notificados 42.288 casos suspeitos de dengue no Espírito Santo com incidência de 1.052,29 casos por 100 mil habitantes. Nesse período, foram confirmados dez óbitos.

Já em relação ao zika vírus, em contrapartida a queda dos casos de dengue, houve um aumento de 40% no número de casos notificados. No entanto, mesmo com a alta, o índice não é considerado expressivo. 

“Não consideramos expressivo, porque tínhamos mais de mil casos casos e neste ano temos mais de 1,4 mil casos. Mesmo assim não podemos descuidar e a população deve escolher um dia para fazer o ‘check list’ semanal nas suas residências. Os depósitos para os ovos do mosquito estão dentro ou próximos das residência, e a população tem um trabalho primordial”, ressaltou Laperriere. 

Com base no 32º boletim de zika, que também considera os casos até o último sábado, foram notificados 1.420 casos suspeitos de infecção pelo vírus no Estado. Não há registros de óbitos. No entanto, vale lembrar que a doença é uma causa em potencial para o nascimento de crianças com microcefalia.

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