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Goiânia teve a maior alta do país no preço das carnes

06 Dezembro 2019

IBGE também demonstrou que, na Capital, alta de outros itens fez com que, em novembro, comer em casa tenha sido mais caro para as famílias de menor renda 

Foto: Reprodução

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Goiânia foi a cidade que teve maior alta no preço das carnes no País. O preço do item subiu 14,13% na Capital no mês de novembro. Essa variação foi também a maior dos últimos 25 anos na cidade, quando o item variou 15,3% em novembro de 1994.

A alta foi puxada pelos subitens patinho (16,85%), lagarto comum (16,8%), acém (16,44%), peito (16,23%), músculo (16,08%) e alcatra (15,59%) que também foram as maiores variações do país em Goiânia. Na capital houve também aumento do feijão-carioca (rajado), 9,03% (a segunda maior variação do país), do ovo de galinha, 3,27% (a maior alta do país) e carne de porco, 2,78%.

Dados

Além disso, o IBGE demonstra que no mês de novembro ficou mais caro para as famílias de baixa renda consumirem carne. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), cuja população-objetivo são as famílias com rendimentos de até cinco salários-mínimos, foi de 0,84% em Goiânia no mês de novembro, a segunda alta mais expressiva entre as cidades pesquisadas. Apenas São Luís (1,05%) teve alta maior que a goianiense.

Em relação ao país, a alta de Goiânia ficou acima da brasileira (0,54%). No acumulado do ano, Goiânia variou 3,22% e no acumulado dos últimos 12 meses, 3,12%. A alta de novembro foi puxada principalmente pelo grupo Alimentação e Bebidas, que teve alguns destaques importantes na capital goiana.

Segundo os dados do INPC, o subgrupo Alimentação em Domicílio teve alta de 3,16%, a maior do Brasil, enquanto a alta no subgrupo Alimentação fora do Domicilio foi de 0,30%. Comer em casa foi mais caro para as famílias de menor renda em especial por causa das seguintes variações positivas: Carnes (13,88%) e ovos de galinha (3,27%), as maiores variações do país, e
do feijão-carioca (9,03%) e cereais, leguminosas e oleaginosas (3,38%) ambas destacadas como as segundas maiores variações do Brasil.

Em contrapartida, o índice detectou variações negativas de 14,16% no preço da batata inglesa e de 0,89% nos Leites e Derivados. O INPC também registrou alta no grupo Habitação (0,40%), puxada pela variação positiva da energia elétrica residencial (1,05%), e Despesas Pessoais (1,81%), cujo destaque foi a alta nos preços dos jogos de azar (24,35%).

(Com informações do IBGE)


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