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IPC-S avança 0,34% no fechamento de março, de -0,01% em fevereiro, diz FGV

01 Abril 2020
Foto: Tânia Rêgo/AgÊncia Brasil

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,34% em março, de queda de 0,01% em fevereiro, informou nesta quarta-feira, dia 1º, a Fundação

Getulio Vargas (FGV). O indicador subiu 0,16 ponto porcentual no fechamento do mês ante a terceira quadrissemana, quando a alta havia sido de 0,18%.

O resultado ficou acima do teto das estimativas do mercado para o indicador, de 0,33%, segundo o levantamento do Projeções Broadcast, do sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. A mediana da pesquisa indicava alta de 0,28%. Em 2020, o IPC-S acumula taxa de 0,92% e, nos 12 meses até março, de 3,44%.

Na comparação com a terceira quadrissemana de março, sete das oito classes de despesa que compõem o índice tiveram acréscimo nas taxas. O destaque foi o grupo Alimentação (1,01% para 1,35%), puxado pela aceleração do item hortaliças e legumes, cuja variação passou de 8,6% para 12,27%.

Também houve acréscimo nas taxas de Educação, Leitura e Recreação (-0,88% para -0,28%), com a aceleração de passagem aérea (-8,82% para -2,72%); Habitação (0,04% para 0,28%), por causa da tarifa de eletricidade residencial (-0,6% para 0,34%); Saúde e Cuidados Pessoais (0,4% para 0,49%), com artigos de higiene e cuidado pessoal (0,62% para 0,94%); Vestuário (-0,28% para -0,06%), puxado por acessórios do vestuário (-0,64% para 0,03%); Comunicação (0,09% para 0,13%), com a mensalidade para TV por assinatura (0,27% para 0,53%); e Despesas Diversas (0,01% para 0,03%), devido aos alimentos para animais domésticos (-1,88% para -0,66%).

Na outra ponta, o grupo Transportes desacelerou de 0,05% para queda de 0,13%, puxado pelo alívio na taxa da gasolina, de -0,98% para -1,38%.

Influências individuais

Puxaram o IPC-S do fechamento de março para cima o tomate (10,67% para 14,84%); Licenciamento e IPVA (estável em 1,4%); plano e seguro de saúde (estável em 0,59%); cebola (10,44% para 18,51%); e cenoura (28,47% para 29,43%).

As influências para baixo, além da gasolina e da passagem aérea, partiram de hotel (estável em -1,0%); frango inteiro (-2,11% para -2,43%); e etanol (-0,22% para -0,8%).

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