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Processo seletivo é aberto para preencher mais de 150 vagas na UPA Padre Roberto em Divinópolis

19 Novembro 2019

Serão 153 vagas com salário até R$ 8 mil. O IBDS assumiu oficialmente a gestão da UPA Padre Roberto em Divinópolis em setembro UPA Divinópolis Prefeitura de Divinópolis/Divulgação Foi
divulgada na segunda-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Social (IBDS) a abertura do processo seletivo para preenchimento de vagas destinadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Padre Roberto, em Divinópolis. Serão 153 vagas com salário até R$ 8 mil. Confira as informações no edital. Para candidatar-se às vagas os candidatos deverão preencher o formulário por meio do link e anexar o currículo que deverá ter endereço eletrônico e residencial, telefone de contato do candidato e telefone familiar para recado. Os candidatos que preencherem os requisitos mínimos, e forem aprovados para a próxima etapa, serão convocados, para aplicação de entrevista escrita, prova de títulos e comprovação habilitação profissional aonde deverão comparecer pessoalmente, no horário e local informado por meio de contato telefônico ou comunicado público. O aprovado e contratado deverá prestar serviços, conforme carga horária semanal prevista no edital. Vagas São 63 oportunidades para técnicos de enfermagem com salário de R$ 1,5 mil por 44 horas semanais. Para o cargo de enfermeiro estão previstas 17 vagas, por 44 horas semanais. O salário, de acordo com o edital, será de R$ 3,1 mil. Para Enfermagem, por 44 horas semanais, os salário são R$ 3,7 mil. Médicos da UPA em Divinópolis paralisaram atendimento Divulgação Há vagas também para médico horizontal, com carga horária de 44 horas semanais, e salário de R$ 8 mil. O médico ficará na UPA durante a semana para acompanhar a evolução do quadro clínico dos pacientes em observação e na emergência se for necessário. Nova direção O IBDS assumiu oficialmente a gestão da UPA Padre Roberto em setembro com o processo de transição da equipe. O instituto foi a organização que apresentou o menor preço para gerir a unidade, que até então estava sob a direção da Santa Casa de Formiga. O contrato com a nova gestora da UPA foi homologado em julho. Um dos termos do contrato, prevê que o custo com funcionários seja arcado pela IBDS e não mais pela Prefeitura, como ocorria na direção da Santa Casa. Na ocasião, o secretário de Saúde, Amarildo de Sousa, explicou o porquê da mudança. “O custeio dos servidores efetivos da Prefeitura, da forma como era no antigo contrato, tem o valor mais alto quando se compara com os serão contratados agora”, disse o secretário. O assunto causou polêmica, e no dia 10 de julho o Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Divinópolis e Região Centro-Oeste de Minas Gerais (Sintram) divulgou que havia impetrado um mandado de segurança para que servidores municipais não fossem transferidos depois que a nova gestão assumisse. Mudança A UPA era administrada pela Santa Casa de Caridade de Formiga. No entanto, devido a uma crise financeira enfrentada pela Santa Casa, a prestação de serviços na UPA em Divinópolis foi afetada por várias vezes. O contrato com a Santa Casa e a Prefeitura de Divinópolis estava previsto para encerrar em setembro deste ano. Desde o fim de 2018, a Instituição havia divulgado a impossibilidade de renovação do contrato. Problemas na UPA Nos últimos anos denúncias de prestação de serviço precária, filas, falta médicos, vagas e atendimento demorado foram mostradas pelo G1. Diante da situação, a Câmara Municipal fez em dezembro de 2017 a publicação de uma portaria que determinou a criação de uma CPI para apurar denúncias de irregularidades na gestão da Unidade. Em abril de 2018, um relatório feito pela Comissão de Saúde da Câmara de Divinópolis apontou a existência de diversas irregularidades na estrutura física da UPA. No dia 14 de novembro de 2018, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a Prefeitura de Divinópolis realizaram uma reunião em que ficou definido que a Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis (Semusa), teria 30 dias para apresentar um plano com soluções para os problemas. No final de novembro do mesmo ano, os médicos iniciaram uma Operação “Tartaruga”. Eles reivindicavam o pagamento de salários atrasados. Somente casos de urgência e emergência, classificados pelo protocolo de Manchester com as cores amarelo, laranja e vermelho, eram atendidos.

Em breve novidade aqui!!!

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