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Delegado crê que aumento no registro de casos de estupro em Divinópolis se deve à facilitação das denúncias

19 Novembro 2019

De janeiro a setembro deste ano, foram 47 casos, 20 a mais do que no mesmo período do ano passado, segundo a Sejusp. Delegado fala sobre aumento de casos
de estupro de vulnerável em Divinópolis O número de registros de estupros de vulneráveis aumentou em Divinópolis, de acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). De janeiro a setembro deste ano, foram 47 casos, 20 a mais que o registrados no mesmo período do ano passado. O delegado regional da Polícia Civil em Divinópolis, Leonardo Pio, informou que o aumento se deve à ampliação de ações que facilitam as denúncias por parte de vítimas de crimes desta natureza. “O que se tem analisado em nossas unidades policiais é que o número de casos não aumentou. O que tem aumentado, por parte das polícias e dos órgãos oficiais e de algumas entidades, inclusive não governamentais, é o fomento quanto a denúncia”, explicou. Delegado crê que aumento se deve à ampliação de ações que facilitam as denúncias. Reprodução/TV Integração Além disso, ele destacou que em Divinópolis houve a implantação do protocolo de atendimento às vítimas de crimes sexuais, com a criação de uma porta única no sistema de saúde, para que as vítimas sejam atendidas e consequentemente o fato seja registrado. “Até então, o que tínhamos, era que as vítimas procuravam as unidades de saúde, recebiam os coquetéis, a medicação para aquela situação vivida e não noticiava as forças de segurança. A implantação do protocolo possibilitou ao estado ter conhecimento de fato de todos os casos que eventualmente procuraram as unidades policiais ou que entrem no sistema de saúde”, destacou. Alerta Segundo o delegado, a legislação prevê três possibilidades que tratam da situação do estupro de vulnerável. Primeiramente é a vítima com menos de 14 anos. Em seguida a vítima que tem alguma limitação ou deficiência mental, ou a vítima não tem capacidade de resistir ao ato praticado, por exemplo, a vítima que é dopada pelo ofensor. “Quanto à crianças, é de extrema importância que os pais e pessoas próximas estejam atentas a qualquer tipo de alteração de comportamento, em especial de humor, nas rotinas diárias das crianças. Isso pode ser um indicativo de violência, inclusive sexual”, finalizou o delegado.

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