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Monomotor que caiu e matou duas pessoas em Visconde do Rio Branco não podia ser usado para acrobacias

17 Janeiro 2020

De acordo com o Cenipa, a hipótese é que o piloto tenha perdido o controle durante a execução de uma manobra. Acidente ocorreu em maio do ano passado. Monomotor
caiu com dois ocupantes em Visconde do Rio Branco Web TV Minas/Reprodução O monomotor que caiu e matou duas pessoas em Visconde do Rio Branco não podia ser usado para acrobacias. A informação é do relatório final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). O acidente ocorreu em maio do ano passado. De acordo com o Cenipa, a hipótese levantada durante as investigações foi de que o piloto teria perdido o controle durante a execução de uma acrobacia denominada "hammerhead". No entanto, a aeronave experimental, modelo RV-9A, não estava habilitada para este tipo de procedimento. Consta no documento, que o piloto era "considerado habilidoso, arrojado e gostava de executar manobras acrobáticas à baixa altura". Conforme o relatório, a aeronave teria perdido o controle dos comandos. Veja abaixo o trecho informado pela Cenipa. "É provável que no topo da manobra a aeronave tenha perdido a efetividade dos comandos de voo, em função da baixa intensidade ou inexistência de vento relativo, não permitindo ao piloto corrigir a atitude excessiva da aeronave, num momento em que não havia altura suficiente para uma manobra de recuperação". O relatório ainda aponta que os voos acrobáticos só podem ser realizados em aeronaves detentoras de certificado de "aeronavegabilidade padrão ou especial e em obediência às limitações de projeto". As investigações concluíram que o piloto estava com o Certificado Médico Aeronáutico (CMA) e com a habilitação de Avião Monomotor Terrestre (MNTE) válidas. Já a aeronave também tinha o Certificado de Autorização de Voo Experimental (CAVE). Entretanto, era experimental e não estava habilitada a executar manobras. Acidente A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar (PM), que confirmou as identidades das vítimas, e do Corpo de Bombeiros. Jackson Alves Cruz, de 29 anos e o tripulante, Diego Alves, de 31 anos, morreram no acidente. Segundo os bombeiros, o monomotor onde eles estavam caiu em uma mata próxima ao aeroclube do município, no Povoado Floresta, na zona rural da cidade. O local foi isolado até a chegada da perícia. Após os trabalhos, os Bombeiros realizaram o desencarceramento das vítimas. Avião caiu com dois ocupantes em Visconde do Rio Branco Web TV Minas/Reprodução

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