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Agentes de Saúde de Nova Serrana têm dificuldades para fiscalizar imóveis durante o LIRAa

23 Janeiro 2020

Chefe do setor de Endemias, Idália Carneiro, informou que as pessoas estão dificultando a entrada dos agentes nas casas e pede colaboração. Chefe do setor de endemias pede colaboração
dos moradores Prefeitura de Nova Serrana/Divulgação A Secretaria de Saúde de Nova Serrana informou que está enfrentando resistência de moradores durante a realização do primeiro Levantamento de índice Rápido de Aedes aegypti (LIRAa) de 2020. Segundo a chefe do setor de Endemias, Idália Carneiro, as pessoas estão dificultando a entrada dos agentes nas casas. O Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) na terça-feira (21) apontou que Nova Serrana e uma das cidades que registrou os primeiros casos de dengue com “sinais de alarme” na região. A secretaria reforça que o último LIRAa apontou que 95% dos focos do Aedes aegypti estavam dentro das residências, em vasos de plantas, ralinhos de banheiro, bebedouros de animais, entre outros locais. "Precisamos da colaboração de todos. Não estamos visitando as casas para punir ninguém. Nosso objetivo é saber como está o índice de infestação na cidade para elaborarmos estratégias de combate ao mosquito. Peço encarecidamente para que as pessoas facilitem a entrada dos agentes, pois a dengue é um assunto muito sério e não podemos colocar nossas vidas e de nossos familiares em risco". A Equipe de Endemias faz o primeiro nesta semana, e previsão é visitar, até sexta-feira (24) cerca de 1.750 casas. Caso de dengue Segundo a SES-MG, Nova Serrana teve um caso notificado. Em nota, a Prefeitura informou, no entanto, que o paciente foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no dia 7 de janeiro com suspeita de dengue, entretanto, exames laboratoriais teriam descartado o caso. A secretaria explicou ainda que, diferentemente da dengue comum, casos indicados como "sinais de alarme" são aqueles que após a febre começar a ceder, o paciente apresenta outros sintomas como: dor abdominal intensa e contínua, ou dor a palpação do abdômen; vômitos persistentes; acumulação de líquidos; sangramento de mucosas; letargia ou irritabilidade; hipotensão postural; hepatomegalia maior do que 2 cm ou aumento progressivo do hematócrito. As cidades que integram a Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Divinópolis fecharam 2019 com o registro de 21 casos de dengue grave. Até o momento, foram notificados em todo o Estado oito casos de dengue com sinais de alarme, e outros dois casos classificados como dengue grave. Quanto aos óbitos, esse ano ainda não foram registrados nenhuma morte relacionada a doença. Entretanto, três casos de morte suspeita de dengue registradas em Minas Gerais em 2019 permanecem em investigação neste ano. A região de notificação destas mortes não foram divulgadas.

Em breve novidade aqui!!!

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