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Após três anos, polícia conclui que maquiadora foi morta por noivo em cachoeira em MG

23 Janeiro 2020

Na época, suspeito disse que casal estava fazendo fotos quando ele escorregou e ela teria tentado ajudar. Homem foi preso nesta quarta-feira em Poços de Caldas. Maquiadora de 33
anos morreu afogada em Bandeira do Sul (MG)Reprodução/Redes Sociais Após três anos, a Polícia Civil concluiu que a maquiadora Daniele Aparecida Capelari Plachi, de 33 anos, foi morta pelo então noivo, Cássio Ribeiro, em uma cachoeira de Bandeira do Sul (MG). O caso aconteceu em novembro de 2016 e era investigado desde então, até que o inquérito foi concluído como feminicídio com qualificação por afogamento. O suspeito foi preso nesta quarta-feira (22). Cássio e Daniele, que eram de Poços de Caldas (MG), estavam a passeio na cidade quando ela se afogou. Na época, o noivo chegou a dizer que ele escorregou primeiro e que quando conseguiu sair de dentro da água, a noiva já havia desaparecido na cachoeira. Ele também disse acreditar que ela teria tentado salvá-lo quando foi levada pela correnteza. O corpo de Daniele só foi encontrado no dia seguinte, após buscas realizadas pelo Corpo de Bombeiros. O irmão da vítima, no entanto, contestou a versão e disse que ela não sabia nadar e que poderia ter escorregado em vez de entrar propositalmente na água. Daniele e o noivo apareciam em diversas fotos nas redes sociais Reprodução/Redes Sociais Investigações Na época, o noivo disse também que eles tinham feito duas selfies no celular momentos antes dela cair e ser levada pela água. O aparelho também ficou molhado e foi levado para perícia, para que a polícia pudesse tentar recuperar as imagens para análise. Agora, segundo o delegado Tales de Souza Moreira, a perícia e a equipe responsável pela investigação, "por meio dos elementos obtidos, incluindo diversos depoimentos, laudos periciais e reconstituição dos fatos", conseguiu apontar contradições nos relatos e depoimentos do noivo. Segundo nota divulgada pela polícia, a investigação mostrou que o relacionamento dos dois "era conturbado e que o investigado seria ciumento e possessivo". "Além disso, o celular da vítima foi periciado no Instituto de Criminalística da PCMG (Polícia Civil de Minas Gerais) e não foram encontradas 'selfies' do casal, como alegado pelo investigado. Diversas outras contradições levaram à conclusão pelo homicídio e não apenas um acidente", afirmou o delegado. Corpo de Daniele só foi encontrado no dia seguinte Marcos Côrrea e Reprodução Redes Sociais Indiciamento Com o inquérito finalizado, Cássio Ribeiro foi indiciado por feminicídio, qualificado pelo afogamento. O suspeito foi localizado e preso em um bar em Poços de Caldas nesta quarta-feira e depois levado para o presídio da cidade. O processo foi encaminhado à Justiça. O G1 tenta contato com a defesa de Cássio Ribeiro, mas até esta publicação não havia obtido retorno. Polícia concluiu que maquiadora foi morta pelo noivo Reprodução EPTV Veja mais notícias da região no G1 Sul de Minas

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